Terceira edição da iniciativa de literacia financeira da APB contou com 317 sessões, dinamizadas por 68 voluntários da associação e de 13 bancos associados.
“Em Portugal, os salários dos professores do ensino primário (equivalente aos 1.º e 2.º ciclos) são 28% superiores aos dos trabalhadores com formação superior”, refere o relatório “Education at a Glance 2025”, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
Contudo, admitiu que, “face ao que aconteceu, perante irregularidades têm de existir consequências dentro da instituição” e que, se o reitor da U.Porto apresentar a sua demissão, aceitará.
Numa altura em que o custo de vida para uma família portuguesa ronda entre os dois mil e os três mil euros, o comércio online torna-se uma alternativa cada vez mais utilizada pelas famílias para comparar preços e descobrir opções mais baratas.
Apesar do pedido de audição, o PSD refuta no requerimento qualquer pressão, considerando que "o ministro da Educação, Ciência e Inovação nunca pressionou, de forma alguma, o Reitor a admitir aqueles candidatos de forma irregular, nem sugeriu qualquer solução que violasse o enquadramento legal em vigor".
A nova entidade que resultar da fusão da FCT com a ANI, juntando na mesma agência a investigação científica e a inovação empresarial, deve ter tutela conjunta do Ministério da Educação e do Ministério da Economia.
Marcelo Rebelo de Sousa promulga a lei que cria a nova agência que vai "congregar todas as dimensões de administração do sistema", incluindo os recursos humanos, mas deixa no ar preocupações sobre as atribuições das CCDR e a criação de "orgânicas pesadas".
Utilizar crédito para adquirir material escolar ou outros itens é uma decisão que deverá ser bem ponderada e consciente, para além de sempre consonante com a realidade financeira de cada família.
Cerca de 25% dos consumidores portugueses apontam que estes gastos devem rondar entre 101 euros e 150 euros, e 24% apontam para mais de 150 euros. Já 17% estima gastar menos de 50 euros.
Os alunos têm até dia 9 de setembro para concorrerem a uma das 12 escolas de Hotelaria e Turismo para o ano letivo de 2025/2026, sendo que estes apoios também se destinam aos alunos em continuidade.
O novo caderno combina a escrita manual com uma app educativa que funciona como um verdadeiro tutor virtual, sendo capaz de transformar apontamentos em explicações personalizadas e disponível 24 horas por dia.
O seguro escolar constitui um sistema de proteção destinado a garantir a cobertura financeira da assistência, em caso de acidente escolar, complementarmente aos apoios assegurados pelo Sistema ou Subsistemas e Seguros de Saúde de que os alunos sejam beneficiários.
Foi no início do ano que o Governo anunciou que algumas escolas poderiam contratar mediadores culturais e linguísticos para apoiar a integração dos alunos estrangeiros que, nos últimos dois anos letivos, passaram de 70 mil para 140 mil.
Em comunicação é afirmado que foram tidos em conta o “parecer favorável do Conselho das Escolas e a qualidade de proporcionar uma experiência, passível de avaliação ulterior, de potencial interesse pedagógico”.
A AEL Startup, de Vouzela e São Pedro do Sul e a Douro Startup Incubadora, de São João da Pesqueira, passam agora a integrar a incubadora do IPG. O objetivo é “incentivar e apoiar o empreendedorismo no interior da Região Centro”, refere o IPG em comunicado.
Em comunicado, a APESP revela que estas instituições de ensino foram impossibilitadas de se candidatar a fundos europeus destinados à melhoria de infraestruturas e aquisição de equipamentos, por os avisos destes restringirem o acesso a estabelecimentos públicos.
Segundo a FNAEESP há duas razões principais para esta diminuição, o número de exames obrigatórios para o acesso ao ensino superior e as despesas de alojamento, alimentação e transportes.
Da FNE à FENPROF, das associações de estudantes do Ensino Superior às de bolseiros de investigação, a preocupação com a reforma anunciada pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação é quase geral. A exceção são os diretores das escolas, que acreditam na melhoria da eficiência dos serviços na sequência da reforma. O Presidente da República admite todos os cenários, incluindo vetar.
“Não estamos nem perante uma reforma, nem uma reorganização. Estamos perante um desmantelamento do Ministério da Educação”, considerou o secretário-geral da Fenprof, Francisco Gonçalves, em declarações à agência Lusa.
“Se eu achar que é uma boa ideia (...) promulgo sem angústia nenhuma e sem dúvida nenhuma. Se eu tiver dúvidas sobre um ponto que seja desse diploma, que seja muito importante, eu peço ao Governo para repensar. Já aconteceu várias vezes. Posso não vetar logo, (...) depois, se o Governo insistir, posso chegar a vetar, se for até ao fim do meu mandato”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa.