Terceira edição da iniciativa de literacia financeira da APB contou com 317 sessões, dinamizadas por 68 voluntários da associação e de 13 bancos associados.
No caso da Educação, o Governo prevê gastar mais 324,5 milhões de euros, uma vez que a dotação de receita e despesa total consolidadas para o próximo ano será de 7.543,1 milhões de euros (mais 4,5% do que este ano).
Um dia após o Ministério da Educação ter celebrado protocolos com instituições de ensino superior para formar mais professores até 2030, comprometendo-se a pagar o custo integral de cada aluno, a APESP vem defender a inclusão do setor nesses contratos-programa.
Estes são resultados do maior inquérito internacional realizado a professores do ensino obrigatório hoje divulgado pela OCDE: A nova edição do Teaching and Learning International Survey - TALIS 2024 - contou com a participação de mais de 280 mil docentes de 55 sistemas de educação, incluindo Portugal.
A presidente da Fundação Santander Portugal defende que é preciso formar para garantir a prosperidade e a coesão social, tanto em Portugal como na União Europeia.
Depois de Coimbra e de Lisboa, TUMO, trazido para Portugal por Pedro Santa Clara, abre este ano letivo na cidade Invicta. Este novo centro de tecnologias, o primeiro na região Norte, é, tal como os outros, financiado por entidades privadas e públicas e gratuito para os estudantes.
Estas posições foram trocadas por Mariana Leitão e por Luís Montenegro no primeiro debate quinzenal da presente legislatura na Assembleia da República.
“Reconheço que há necessidades que podem não estar satisfeitas, como aliás no nosso sistema educativo há imensas dimensões onde ainda temos insuficiências”, disse Fernando Alexandre, em declarações aos jornalistas, no final da cerimónia de assinatura de acordos de colaboração com municípios para a abertura de novas salas do pré-escolar.
A Fundação integra, com plenos direitos, os órgãos de coordenação do PRO_MOV (Steering Committee e Conselho Coordenador) e contribuirá para a definição estratégica do programa e determinação de prioridades.
Os dados, divulgados em edital, indicam que das 6.710 vagas sobrantes para a última fase do concurso nacional de acesso 2.734 são em cursos nas universidades e 3.976 nos politécnicos.
“Em cada escola vai ser um caso. Se nós estivermos a falar de escolas na região Norte, esse problema vai ser relativamente fácil de resolver, porque no Norte há muitos professores disponíveis. Vai ser muito mais difícil nas escolas da Grande Lisboa, da Península de Setúbal e do Algarve”, disse Fernando Alexandre.
São elegíveis 22 escolas do 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário classificadas como Muito Urgente no Acordo assinado em 2023, com a ANMP. Munícipios têm de submeter candidaturas até 31 de março de 2026. No total, o financiamento pode atingir os mil milhões de euros.
Apenas três alunos entraram no mestrado integrado de Medicina do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, da Universidade do Porto (UP), segundo os resultados da 2.ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior (CNAES) divulgados hoje pela Direção-Geral de Ensino Superior (DGES).
Todas as 305 vagas abertas para cursos de formação de professores, de formadores e de ciências da educação ficaram preenchidas na 2.ª fase do CNAES, cujos resultados foram hoje divulgados pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES).
“Neste momento, cerca de 93 mil alunos estão afetados e o ano letivo já começou”, afirmou José Feliciano Costa, secretário-geral da Fenprof, referindo o caso concreto do 1.º ciclo, com mais de cinco mil crianças ainda sem professores atribuídos.
O anuncio foi feito hoje por José Feliciano Costa, secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), durante uma conferência de imprensa em Lisboa para analisar a abertura de mais um ano letivo.
O problema não está no valor da educação, mas na forma como formulamos a questão. Confundir a necessidade de reformar práticas pedagógicas com a ideia de que estudar perdeu relevância é uma perigosa simplificação.
Em entrevista à Antena 1 na véspera do arranque de mais um ano letivo, o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, disse que em “98%/99% das escolas os professores estão todos colocados, os alunos vão ter aulas a todas as disciplinas”.
"Vamos manter a exigência no acesso ao ensino superior. Os exames são a garantia de que os alunos chegam ao ensino superior com um nível adequado de preparação", afirmou Cláudia Sarrico, ao intervir na apresentação, em Lisboa, da edição de 2025 do relatório internacional Education at a Glance.
Segundo entre 30 países com o nível mais baixo de proficiência em literacia, 46% dos portugueses com idades entre os 25 e 64 anos tem muita dificuldade em interpretar textos e só consegue compreender textos muito curtos e com o mínimo de informação irrelevante.