Portugal tem duas vantagens que importa explorar: cerca de 70% da eletricidade já vem de fontes renováveis, e a exposição direta a fornecedores do Golfo é limitada.
Com Trump a sentar-se na cadeira de Roosevelt, Truman ou Kennedy, estes dias que estão a abalar o mundo ditarão o fim da relação transatlântica? Espera-se que o bom senso vença o braço de ferro.
Espera-se um agravar da competição entre blocos económicos, com consequentes políticas protecionistas, havendo cada vez mais um foco na redução de dependências das cadeias de fornecimento de blocos económicos distintos.
O turismo é uma atividade central e diferenciada na região, pelo que não deixará de dominar, mas numa lógica de maior complementaridade com outros sectores. O mar aparece como uma área-chave da economia do futuro madeirense, mas o défice de qualificações deve ser corrigido, de forma a aproveitar mais atividades intensivas em tecnologia. Fundos europeus serão essenciais na transição.
Sabendo-se que a Europa não consegue ser autossuficiente, para garantir a segurança energética europeia só existe uma solução: diversificar as fontes e fornecedores de energia.
Despertos para a necessidade de investir as suas poupanças, muitos aforradores estão agora a cair em armadilhas nas redes sociais, que publicitam frequentemente esquemas e burlas.
A correlação entre os retornos de ações e de obrigações varia no tempo e é de estimação difícil. Há vários fatores, de diferente natureza, com relevância preditiva dessa correlação. Dos fatores macroeconómicos, destacam-se quatro: desemprego, crescimento do produto, taxa de juro real e inflação.