Autor: Pedro Castro, Diretor da SkyExpert

Quanto nos custa o turismo?

O ano de 2023 terminou com uma enorme apoteose turística: foi um ano histórico – mais um – para o turismo em Portugal em termos de receitas e visitantes. Como sempre, só nos contam metade desta história. Convém relembrar que receita e lucro são conceitos financeiros distintos. Escrevendo para um jornal económico, insisto, ainda assim, […]
Quanto nos custa o turismo?

Mentira, Miragem, Montijo

A lei foi alterada e foi refeita à medida. Dentro do espírito democrático cada vez mais subtilmente limitado no nosso país, os municípios afetos à localização do novo aeroporto deixaram der ter voto (e veto) na matéria. Foi esta mudança legislativa de conveniência que permitiu que a localização do Montijo – a opção proposta pela […]
Mentira, Miragem, Montijo

NAL & Qual

Os kwanzas do NAL angolano não são meus, mas os euros do NAL português são. Encomendar aviões para as companhias aéreas estatais e construir aeroportos de 10 mil milhões de euros é um negócio que dá milhões em corrupção, desvio de fundos, troca de favores e outras armadilhas imobiliárias.
NAL & Qual

O “HUBopólio” – até quando?

Numa altura em que se discute um novo aeroporto para Lisboa e a palavra “hub” ouve-se de todos e para tudo, é importante perguntar se é desígnio do Estado utilizar dinheiro público para construir um aeroporto especificamente de tipo "hub" e se, daqui a 10 ou 20 anos, esse modelo ainda permanecerá válido.
O “HUBopólio” – até quando?

Em nome do Estado, da TAP e do Hub santificado

Qualquer economista deverá estar a perguntar-se: mas afinal quanto vale esse “hub”? Qual é o retorno desse investimento? Até que valor deveremos suportar este dito investimento público? As perguntas sobre os limites desta estratégia não estão a ser respondidas e há uma precipitação incompreensível e quase dogmática sobre este tema.
Em nome do Estado, da TAP e do Hub santificado

Continente à deriva

Para destinos ultraperiféricos como a Madeira, a promessa de ligações via “hub” não ajuda, pelo contrário: encarece os bilhetes, transforma um percurso de 4 horas em voo direto numa viagem de 7-8 horas com escala que se torna incompatível com o comportamento do turista dos mercados emissores mais promissores e obriga a estadias prolongadas para “valer a pena o esforço da viagem”.
Continente à deriva