Diogo Lacerda Machado

“É muito cedo para pendurar o Ministério Público no pelourinho”

Duas semanas após se tornar público o Caso Influencer, o líder Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) rompe o silêncio em entrevista ao JE. Sobre a decisão do juiz de instrução de libertar todos os detidos e fazer cair as suspeitas de corrupção, Manuel Soares considera que a intervenção, nesta fase, não visou fazer uma avaliação global da suficiência dos indícios, pois a investigação ainda continua. Defende ainda o parágrafo que a PGR incluiu no comunicado, dando conta do inquérito autónomo ao primeiro-ministro, e que Lucília Gago não tem culpa na sua demissão. Líder da ASJP critica Governo e a oposição da ausência de sinais para abrir um processo de reflexão com vista à reforma da justiça.
Lígia Simões22 Nov
“É muito cedo para pendurar o Ministério Público no pelourinho”

Juiz do caso Influencer deixa cair crimes de corrupção e rejeita prisão preventiva para arguidos detidos

Contudo, o facto de o juiz considerar que não há indícios suficientes para crime de corrupção não significa que os arguidos não possam vir a ser acusados disso numa fase posterior do processo. A Start Campus fica com obrigação de, no prazo de 15 dias, prestar uma caução de 600 mil euros, uma redução muito significativa da caução inicial recorde (em Portugal) de 19,5 milhões de euros.
Bianca Marques13 Nov
Juiz do caso Influencer deixa cair crimes de corrupção e rejeita prisão preventiva para arguidos detidos

Operação Influencer: Chefe de gabinete e consultor amigo de Costa indiciados por sete crimes

Vítor Escária, ex-chefe de Gabinete de António Costa, está indiciado por três crimes: dois crimes de prevaricação e um crime de tráfico de influência. Diogo Lacerda Machado, amigo de António Costa, está a ser investigado por um crime de tráfico de influência, um crime corrupção ativa quanto a titular de cargo político, agravado; e dois crimes de prevaricação, num total de quatro crimes que constam do despacho de indiciação a que o JE teve acesso.
Lígia Simões9 Nov
Operação Influencer: Chefe de gabinete e consultor amigo de Costa indiciados por sete crimes

Inquérito a António Costa já chegou ao Supremo

Ministro das Infraestruturas foi constituído arguido e nome de António Costa foi invocado no caso do lítio, levando à instauração de um inquérito no Supremo Tribunal de Justiça. Costa garantiu ontem que não foi constituído arguido, mas fontes socialistas sinalizam que só indícios fortes levariam MP a remeter suspeitas sobre primeiro-ministro para Supremo, por ser o foro competente para investigar o chefe de Governo e constituir-lhe arguido.
Lígia Simões8 Nov
Inquérito a António Costa já chegou ao Supremo