No século XX, quem controlava a produção dominava o mercado. No século XXI, quem controlar os dados, o software e o acesso ao veículo controlará a mobilidade.
Filmes de Nanni Moretti, Ali Asgari e Werner Herzog estão integrados na competição do Festival de Cinema de Veneza (Itália), a realizar em setembro, numa edição em que também entra a coprodução portuguesa “A Noiva Difícil”, da bengali Rubaiyat Hossain.
A janela geopolítica africana está entreaberta. Não ficará assim para sempre. A competição entre potências pela influência em África fecha-a progressivamente.
Economistas conceituados terão razão quando afirmam que o Ocidente está à beira do abismo. Quanto menos permeável for às mudanças, maior e mais rápida será a sua quebra de hegemonia, sobretudo na Europa, que não está a saber “divorciar-se” dos EUA, em tempo, de forma a construir o seu rumo.
A reindustrialização exigirá muito mais do que tarifas ou discursos políticos. Exigirá estabilidade política, segurança pública, educação e um forte incentivo à competitividade e à produtividade.
Hollywood, um dos pilares do Festival de Cannes, praticamente não existe. O tema da guerra é omnipresente, dentro e fora do ecrã. Redenção? Não há. Mas haverá filmes para nos lembrar que é importante resistir. De 12 a 23 de maio, na Croisette.
Portugal tem condições para reforçar o seu posicionamento como prestador global de serviços de TI de elevado valor. A tecnologia não elimina o valor humano: desloca-o para funções de maior análise e responsabilidade.
Não estamos perante uma operação moral. Estamos perante uma operação de poder. A nova doutrina americana é uma doutrina de guerra económica total. O campo de batalha? Portos, minas, contratos de concessão, sistemas financeiros e governos frágeis.
Na regulação digital embrulhamos toda a iniciativa em regulamentos para que ninguém saia prejudicado. É mais complexo, claro, mas também ajuda a perceber o abismo relativamente aos competidores norte-americanos e chineses.
O festival abre com "Father Mother Sister Brother", do norte-americano Jim Jarmusch, vencedor do Leão de Ouro em Veneza. E prossegue por diversas geografias, celebrando a diversidade de olhares na 7ª Arte. De 7 a 16 de novembro, em Lisboa e Amadora.
O caminho foi difícil, mas acabou com a FIFA a marcar um golaço à concorrência. Sabe-se que ainda há muito para melhorar, mas uma coisa parece certa: este Mundial de Clubes veio para ficar.
João Paulo Almeida, um perito independente em manipulação de competições desportivas, que já fez parte do Comité Olímpico de Portugal (COP) e que colabora também com o Comité Olímpico Internacional (COI) e com outras entidades, alerta para os perigos desta prática dentro do movimento desportivo.
Náboj nasceu na Eslováquia e é uma espécie de Olimpíadas da Matemática, mas na versão coletiva. Competição promove o trabalho colaborativo entre os alunos do terceiro ciclo e do secundário.
Já são conhecidos os 19 filmes que integram a competição da 75ª. edição do Festival de Cinema de Berlim, que decorre na capital alemã de 13 a 23 de fevereiro.
Esta é uma espécie de biografia romanceada da pequena ginasta romena Nadia Comaneci que, nos Jogos Olímpicos de Montreal, em 1976, obteve um dez perfeito na exigentíssima disciplina de Ginástica Artística. Tinha apenas 14 anos.
Fundada em 2022 e com sede na cidade de Darmstadt, a empresa vencedora do Free Electrons dedica-se especialmente ao negócio das baterias. As candidaturas para a edição de 2025 decorrem até ao próximo dia 24 de janeiro.
“Os Papéis do Inglês”, de Sérgio Graciano, vai ter estreia mundial na competição no Festival Internacional de Cinema de Tóquio, que vai decorrer 28 de outubro a 6 de novembro na capital japonesa.
Em 128 anos de história, esta é a primeira vez que a maior competição desportiva mundial regista paridade entre atletas masculinos e femininos. No total, os Jogos Olímpicos vão contar com a participação de 10.500 atletas.
É relevante o facto de a Agência Internacional de Energia considerar que, para uma transição na mobilidade elétrica efetiva, a Europa não é autossuficiente na produção de carros elétricos, precisando de importar veículos, nomeadamente, da China.
A empresa recém-criada, que utiliza a tecnologia para agilizar a partilha de dados entre entidades, ganhou o primeiro prémio do STEM4Health e vai receber mentoria durante 12 meses com o diretor geral da Bayer Portugal, Marco Dietrich, e o responsável digital de farmacêutica da Bayer em Espanha, Henrique Anneia.
As duas competições desafiam estudantes de licenciatura de instituições de ensino superior de todo o mundo a resolver desafios complexos, propostos por empresas.