Os 'retail parks' e os centros comerciais estão entre os maiores sucessos, ao mesmo tempo que os comerciantes de rua sentem o aumento das rendas, fruto da escassez de oferta.
A constante valorização do ouro nos mercados internacionais fez disparar o volume de negócios dos retalhistas portugueses para 909 milhões de euros em 2023, um valor só comparado aos anos da troika. O metal precioso deverá continuar a subir nos mercados financeiros ao longo do ano e os comerciantes estão optimistas com o negócio.
Vão ser conhecidos números importantes no que diz respeito ao comportamento da economia norte-americana, assim como ao nível do retalho dos países do euro.
Os retalhistas registaram um aumento das vendas em setembro, que foi mais acentuado se o mercado automóvel não entrar nas contas. Em simultâneo, o total de pedidos de subsídio de desemprego recuou mais do que o esperado.
Os retalhistas norte-americanos registaram receitas na ordem de 710,8 milhões de dólares no mês passado, mais 0,1% do que no mês precedente e 2,1% acima do mês homólogo.
Os donos do Intermarché, do Bricomarché e da Roady vão investir forte em Portugal, com enfoque para o interior do país. “Vamos para onde, entre aspas, ‘ninguém vai’. Mas nós vamos”, salientou Pedro Subtil.
Portugal sentiu um dos maiores aumentos da zona euro no comércio a retalho no mês de abril, na ordem dos 1,7%. Ainda assim, ficou atrás de países como Eslováquia (2,4%), Bulgária e Áustria (ambos 1,9%). Em termos homólogos as vendas a retalho mantiveram-se estáveis na zona euro e verificaram uma ligeira descida de 0,1% na União Europeia.
O sector da moda domina a principal artéria comercial de Lisboa, com mais de três em cada cinco das lojas que estão abertas. As rendas variam consoante a área dos espaços e chegam aos 200 euros por metro quadrado.
O grupo detém uma série de marcas no sector do retalho. No mercado português, a faturação aumentou 5,5% no ano passado, enquanto a quota de mercado se fixou em 32%
Apesar do sentimento negativo que se observa na UE e na Zona Euro, com ambas a registarem decréscimos em novembro, Portugal contrariou a tendência e registou uma subida que supera os números dos restantes Estados-membros.
Segundo dados do INE, o índice de volume de negócios no comércio a retalho registou uma aceleração de 1,6 pontos percentuais em novembro, tendo atingindo uma variação homóloga de 2,1%.
"O choque inflacionista foi brutal. Ainda não tínhamos experimentado isto no quadro do euro e a inflação subiu bastante", referiu Nuno Fernandes Thomaz, presidente da associação portuguesa de empresas de produtos de marca, ao "Jornal de Negócios" e "Antena 1".
A marca de retalho alimentar da MC vai fechar o ano com mais de 180 lojas Continente Bom Dia em Portugal, onde trabalham cerca de oito mil pessoas, informou em comunicado.
Durante o mês de setembro o volume de comércio a retalho desceu 0,3% na Zona Euro e 0,2% na UE. Em comparação com o período homólogo, caiu 2,9% na zona Euro e 2,7% na UE.
Explica o "JN" que, devido às altas temperaturas que se têm feito sentir nesta altura do ano, a indústria de vestuário e calçado não está a receber pedidos para que seja feita a reposição de artigos de impacto e com a aproximação da época de saldos, muitos consumidores preferem esperar mais umas semanas para comprar vestuário e calçado em promoção.
De acordo com a GlobalData, o retalho deve dar um salto de 3,2% no último trimestre, o que perfaz ganhos muito mais ligeiros do que os observados um ano antes.