O decréscimo em setembro foi mais ligeiro do que o observado no mês anterior, numa altura em que os preços dos combustíveis mantêm a inflação a níveis elevados.
Em julho, o comércio a retalho caiu 0,2% na Zona Euro e 0,3% na UE, em comparação com o mês anterior. Já em comparação com o período homólogo, o índice de vendas no retalho diminuiu 1% na Zona Euro e 1,2% na UE.
Portugal registou a quarta maior subida entre os Estados-membros da UE, bem acima da média europeia, face aos registos do ano passado. Face a maio, o comércio a retalho português ascende à segunda posição.
A ligação entre os sistemas de backend e frontend numa só plataforma gera aquilo que conhecemos como comércio unificado. Em simultâneo, 85% dos consumidores procura ativamente os melhores negócios.
A aceleração daquele indicador foi acompanhada pela mesma tendência nas vendas de produtos alimentares e não alimentares, com crescimentos de 1,5% e 4,1% no mesmo período.
Entre 2019 e 2022, as margens dos operadores do comércio a retalho abrandaram 2,5 pontos percentuais, à semelhança do que aconteceu com o EBITDA, em que se registou uma desaceleração de um ponto. O estudo analisou as contas de vários grandes grupos do comércio a retalho a nível europeu, onde se encontram os portugueses Jerónimo Martins e Sonae.
Este é a maior quebra face ao ano anterior desde junho de 2022. Também em relação a fevereiro de 2020, o volume de negócio nos retalhistas alemães caiu 1,6%.
Em termos nominais, o índice agregado aumentou 6,9% em fevereiro, com aumentos de 11,6% nos produtos alimentares e 3,3% nos produtos não alimentares, em reflexo dos aumentos pronunciados ao nível dos preços.
A retalhista, que tem lojas em Portugal e Espanha, vai chegar à capital belga, numa decisão que lhe permitirá estar em contacto com uma maior variedade de fornecedores, assim como dialogar mais facilmente com as instituições europeias.