Este valor significa um ligeiro aumento face aos 2,24% que os senhorios poderiam aumentar em 2026, segundo os dados da inflação de agosto que se fixou em 3,3%.
Imovirtual revela que o preço médio de venda de imóveis subiu para 426.000 euros, refletindo um crescimento mensal de 1% e uma valorização anual de 15% em comparação com agosto de 2024, quando o valor era de 369.000 euros. As rendas também registaram um aumento, alcançando um novo máximo de 1.300 euros, o que representa uma valorização de 2%.
De acordo com uma análise do idealista, em Coimbra, a diferença de preço é ainda mais acentuada, com apartamentos com piscina a serem 124% mais caros. Seguem-se Setúbal, onde os preços são 87% mais altos, e Lisboa, com um aumento de 59%. Outras cidades como Viseu, Leiria, Porto, Braga, Viana do Castelo e Ponta Delgada também apresentam diferenças significativas, variando entre 32% e 52%.
A PSP encontra-se no local, com cerca de duas dezenas de elementos de intervenção rápida, acompanhados por agentes da Polícia Municipal, constatou a agência Lusa no local.
Entre janeiro e junho verificou-se uma queda de 9,1% nos anúncios de imóveis residenciais entre janeiro e junho de 2025, de acordo com a eXp Portugal. Na Madeira a descida foi de 12,4%.
Em Faro o interesse por estas casas é 79% superior face aos imóveis sem estes espaços exteriores. Setúbal, a ilha da Madeira, Porto e Lisboa também registaram esta tendência.
Segundo o Diário de Notícias desta quinta-feira, 3 de abril, os preços das casas de luxo na cidade Invicta cresceram em 2024, acima de Madrid e de Zurique:
Localizado junto ao bairro da Costa do Sol, o projeto já começou a ser edificado pela empresa chinesa Phoenix International Group, com sede em Hong Kong, resultando de uma parceria estratégica entre o Governo de Moçambique e o setor privado, devendo ficar concluir em dois anos e meio.
Segundo o portal imobiliário Imovirtual, Lisboa lidera no arrendamento com 18% das pesquisas, enquanto Vila Nova de Gaia é a favorita para compra com quase 6% da procura.
Embora os incentivos fiscais tenham diminuído, especialmente com o fim dos vistos gold e alterações ao regime de Residentes Não Habituais, o interesse de cidadãos fora da União Europeia (UE) continua a ser superior ao de residentes europeus.
Análise do idealista demonstra que a procura por arrendamento nas periferias de Lisboa e do Porto consolida-se, uma vez que as rendas são mais acessíveis nessas áreas, mesmo que ainda elevadas devido ao efeito contágio.
Em 2024, o preço de compra e venda das casas em Espanha subiu pelo 11.º ano consecutivo, além de ter registado o maior aumento desde 2007, o primeiro ano desde que há registos comparáveis, disse o INE.
O reputado jornalista britânico, Matthew Lynn escreve esta quinta-feira no El Economista que uma vez que o imposto não poderá ser recuperado quando o imóvel for vendido, o mercado espanhol fechará efetivamente aos estrangeiros, com elevados custos para o país.
Os distritos que registaram os maiores aumentos foram Beja (+40%), Setúbal (+30%) e Lisboa (+28%). Em contraste, a Guarda (-31%), Bragança (-3%) e Vila Real (-8%) apresentaram quedas nos preços.
De acordo com o Imovirtual, portugueses da capital procuram alternativas mais em conta porque os preços médios das rendas em Lisboa rondam os 1.940 euros, enquanto a compra de uma casa atinge uma média de 764.500 euros.
O estudo do Observador Cetelem revela que, no último ano, 91% dos portugueses afirmaram que o valor que pagam pela energia aumentou, sendo considerado um preço exagerado por um terço dos portugueses. Perante este aumento, 53% temem não conseguir pagar as faturas de energia.
Com os preços das casas a subir todos os anos, o aumento já vai em 105,8% desde 2015. Portugal é o quarto país da UE com o maior aumento do preço das habitações.
Lisboa, Faro e ilha da Madeira são as regiões onde as casas mais valorizam após a realização de obras. Nas tipologias T1 esta valorização é de 26,1%, ligeiramente acima dos 25% nos T3 e 20% para T4 ou superior.
Os dados, citados pelo portal de notícias local The Paper, correspondem às transações de vendas que são registadas na plataforma digital do ministério da Habitação e Desenvolvimento Urbano-Rural, e mostram uma aceleração de 12,5%, em relação a setembro.
Ministério das Finanças sustenta que estes imóveis se vão destinar a habitação a custos controlados, atividades de turismo e natureza, apoio à terceira idade e fins culturais e instalação de casas de apoio aos sapadores florestais.