O presidente dos EUA ameaçou impor tarifas de 50% aos bens importados de economias europeias. A possibilidade despoletou fortes inseguranças, sobretudo no que diz respeito ao setor automóvel.
A nova ameaça efetuada por Trump sobre possíveis futuras tarifas gerou perdas nas principais bolsas europeias, em particular nos países da UE. Por cá, o índice PSI não caiu tanto como outros, apesar de ter sido fortemente castigado pela reação às contas da Altri referentes ao primeiro trimestre.
O dia foi misto em Lisboa entre a subida de quase 2% nas ações do BCP, que se somou à forte valorização na Sonae, depois de ambas apresentarem resultados. Em sentido contrário, a EDP Renováveis tombou acima de 5%.
O BCP valorizou mais 1% antes de apresentar as contas do primeiro trimestre, mas Lisboa encerrou com uma leve baixa, sobretudo em função das quedas na EDP Renováveis, Galp e REN. A principal criptomoeda bateu os 109 mil dólares e esta quinta-feira há dados sobre a indústria e os serviços na zona euro e nos EUA.
A sessão foi mista entre os principais índices europeus, com leves perdas no que diz respeito ao índice de referência da bolsa lisboeta. EDP Renováveis e Galp lideraram as perdas.
O presidente dos EUA optou por interromper a suspensão de um parque eólico offshore em Nova Iorque, pelo que deixou os mercados animados no que respeita ao segmento das energias verdes. Os sinais também foram sentidos em Lisboa, onde a EDP Renováveis ganhou mais de 4%.
As principais bolsas europeias viveram uma terça-feira de ganhos e Lisboa seguiu pelo mesmo caminho, impulsionado subidas próximas de 3% e 4% nas cotadas do grupo EDP, que seguiram o sentimento positivo do setor. A Mota-Engil foi ainda mais além, com um salto de quase 5%.
O sentimento misto registado nas principais praças europeias foi notório também em Lisboa, onde EDP Renováveis e Altri caíram mais de de 2%. Ainda assim, a Mota-Engil disparou 10% e o índice de referência encerrou em terreno positivo.
Os mercados europeus registaram subidas na última sessão da semana passada, acompanhados pelo PSI. Esta segunda-feira, há dados da inflação em abril, resultados da Ryanair e, por cá, os investidores reagem aos resultados das legislativas.
Os mercados europeus viveram um dia maioritariamente positivo na última sessão da semana. Lisboa seguiu pelo mesmo caminho, com os CTT e a REN a valorizarem em torno de 3%. O BCP seguiu no caminho inverso, ao cair mais de 1%.
O destacamento de dividendo levou a cotada a desvalorizar 4,8% durante esta quinta-feira. Ainda assim, o índice PSI seguiu os mais importantes mercados do continente e encerrou as negociações com leves ganhos.
O presidente da Fed vai discursar num dia em que vão ser conhecidos importantes dados no que diz respeito à economia dos EUA, a par do PIB da zona euro até março. Isto na sequência de uma sessão mista, na qual o BCP brilho e saltou para o 'top-3' do Stoxx600.
O banco marcou o dia pelos melhores motivos, mas as quedas registadas em cotadas como EDP Renováveis, Galp e CTT arrastaram Lisboa para terreno negativo. Nas principais praças europeias o dia foi misto, marcado pelo tombo de 10% na Bayer.
O sentimento positivo resultante do alívio das tensões comerciais voltou a notar-se na sessão desta terça-feira. O setor automóvel esteve em destaque, liderado pela Stellantis, que valorizou mais de 4%, ao passo que a farmacêutica Bayer apresentou contas e ganhou quase 3%.
O dia foi positivo entre as principais praças do continente, mas o otimismo foi particularmente notório em Lisboa, com o PSI a ganhar mais de 1% e a superar os índices de referência.
A aproximação entre as duas maiores economias do globo levou as bolsas de todo o mundo a um dia francamente positivo, com os mercados a mostrarem maior apetite pelo risco. Seguem-se dados da inflação norte-americana.
EUA e China estabeleceram o adiar das tarifas às importações mútuas por 90 dias. Apesar de o acordo não ser definitivo, é uma demonstração de alguma aproximação entre as duas maiores economias do mundo, pelo que os mercados reagiram em forte alta. Lisboa não foi exceção e a EDP Renováveis liderou o sentimento, ao ganhar mais de 5%.
As principais praças europeias estão a registar um sentimento visivelmente positivo, com os índices de referência a negociarem no verde. O PSI segue pelo mesmo caminho, liderado pelas subidas do BCP, Galp e Navigator.
O acordo comercial assinado entre EUA e Reino Unido, a par do agendar de negociações para o mesmo efeito entre norte-americanos e China, levaram a uma redução das tensões, na perspetiva dos mercados. O sentimento gerou algum ânimo nos mercados de ações e, sobretudo, um maior apetite por ativos de risco.