Dia animado nas bolsas europeias, em particular na indústria automóvel, depois dos sinais deixados por Trump sobre a possibilidade de aliviar as tarifas. Em sentido oposto, Louis Vuitton e a Christian Dior apresentaram contas e caíram perto de 7%. Esta quarta-feira, destaque para os resultados da maior fabricante de chips da Europa.
O sentimento é positivo por toda a Europa e Lisboa segue no mesmo sentido, com o único banco cotado no índice a liderar a alta generalizada. No exterior, a Louis Vuitton cai mais de 7%, após resultados.
As principais praças europeias registaram ganhos superiores a 2%, num dia positivo em todos os setores. Lisboa ficou aquém, apesar das subidas de 3% no BCP e 5% na cotada da construção.
As bolsas europeias registaram leves perdas na sessão de sexta-feira, a última de uma semana de mexidas intensas, em função das tensões comerciais, sobretudo entre Estados Unidos e China. A nova semana vai ficar marcada por resultados empresariais, a começar com o Goldman Sachs.
As bolsas europeias registaram perdas generalizadas na sessão de sexta-feira, mas o mesmo não aconteceu em Lisboa. O índice PSI ganhou quase 2%, liderado pelas energéticas
A bolsa nacional registou subidas superiores a 5% tanto no banco como na Mota-Engil, que deixaram o PSI a subir mais de 2%. Entre as praças europeias, os ganhos foram ainda mais acentuados, em reação ao adiar das tarifas dos EUA, anunciado na quarta-feira por Donald Trump.
A guerra das tarifas provocou nas bolsas um terramoto como não se via há vários anos. Neste contexto, em apenas três semanas, as 10 mil empresas mais valiosas do mundo descapitalizaram 9,3 biliões de euros entre 17 de março e 8 de abril, de acordo com uma análise da BestBrokers.
Os novos episódios da guerra de tarifas adensaram o clima de tensão que se regista nos mercados desde que Donald Trump anunciou as tarifas recíprocas. As principais praças anularam a recuperação de terça-feira, antes de os EUA darem a conhecer novos dados da inflação.
As bolsas voltaram ao sentimento negativo, em função da renovação do clima de incerteza no que diz respeito às tarifas dos EUA e China às importações. Por cá, as mexidas foram similares, com a Galp a registar a maior queda de entre as cotadas do PSI, castigada pela desvalorização de 4% nos futuros de crude.
O sentimento positivo contrastou com as perdas notórias das sessões anteriores, na terça-feira, ainda que não tenham sido revelados dados de peso. Os mercados relaxaram, mas fica a dúvida sobre o que aí vem.
Os mercados entraram esta terça-feira numa rota ascendente e recuperaram parte das perdas expressivas das três sessões anteriores. O PSI seguiu pelo mesmo caminho, com a construtora no topo das subidas.
Terceira sessão sangrenta nas praças de todo o mundo, com os mercados europeus a corrigirem toda a sequência que vinham a realizar. No sudeste asiático, as descidas foram ainda mais além, com a bolsa de Hong Kong a tombar mais de 13%. Ainda assim, Wall Street foi palco de quedas inferiores a 1% e as tecnológicas até terminaram o dia no 'verde'.
Os mercados deram sequência ao ritmo do 'mini-crash' iniciado da semana passada, com quedas a rondar os 5% entre as principais praças. Lisboa seguiu pelo mesmo caminho, com Galp e EDP a registarem as maiores descidas.
'Dia da libertação' de Trump torrou mais de 7 mil milhões na bolsa de Lisboa desde 2 de abril, com o setor energético a ser fortemente penalizado: família EDP perdeu 1,9 mil milhões, com a Galp a perder mais de 2 mil milhões. Já o BCP perdeu mais de 1,3 mil milhões.
Os mercados europeus registaram a terceira sessão consecutiva de fortes perdas, ainda castigados pelo sentimento negativo associado às tarifas dos EUA às importações.
As bolsas registaram cortes agressivos nas duas últimas sessões da semana passada e repetem o sentimento a abrir esta semana. De acordo com Larry Summers, não só se trata da segunda maior queda desde a crise de 2008, como alerta para sérios riscos que se acumulam
As principais praças europeias registam tombos próximos de 5% e Lisboa segue pelo mesmo caminho. Os níveis de volatilidade são elevados, à medida que o pessimismo ligado às tarifas continua a castigar.