Segundo o analista de mercados do Millenium Ramiro Loureiro "as bolsas europeias encerraram divididas entre os ganhos ligeiros do CAC e as perdas igualmente leves do PSI".
Em Lisboa, apenas o BCP conseguiu destacar-se pela positiva, com um ganho de 0,47% (1,0780 euros), perante outras cotadas a apresentarem um desempenho negativo.
Segundo o analista de mercados do Millenium Ramiro Loureiro "as bolsas europeias encerraram globalmente em baixa ligeira, alheias à recuperação que se vai registando em Wall Street, após rumores de que os EUA e o Irão chegaram a um acordo para estender o cessar-fogo, mas que precisam da aprovação final do presidente Donald Trump".
Segundo o analista de mercados do Millenium Ramiro Loureiro "as bolsas europeias foram oscilando entre o verde e o vermelho ao longo da sessão, mas a maioria dos principais índices de ações acabou por encerrar em leve baixa".
O mercado de capitais é fundamental para o financiamento das empresas. O capital estrangeiro que entrou no PSI reabriu esta porta. Não deixemos que os Ventura desta vida queiram viver numa jangada de pedra.
No que diz respeito às congéneres europeias, o alemão DAX somou 1,08%, o espanhol IBEX 35 ganhou 1,34%, o francês CAC 40 valorizou 0,67% e o britânico FTSE 100 avançou 1,16%.
A bolsa de Lisboa negoceia em alta, esta manhã, com todos os títulos do PSI a subirem, liderados pelos da Ibersol, que se valorizavam 4,90% para 10,7 euros.
As principais bolsas europeias abriram esta quinta-feira em alta com ganhos em torno de 1%, impulsionadas pelo anúncio feito na véspera pelo Presidente dos EUA, Donald Trump, sobre um acordo com a NATO sobre a Gronelândia. Às 09h30 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a avançar 1,25% para 610,10 pontos.
As principais bolsas europeias abriram esta segunda-feira em forte queda, sentindo o impacto das ameaças de imposição de sobretaxas de Donald Trump contra vários países europeus que se opõem à sua vontade de anexar a Groenlândia.
Títulos da Jerónimo Martins caem 3,72% para 20,20 euros. Ontem, a retalhista anunciou que as vendas de 2025 cresceram 7,6%, atingindo quase 36 mil milhões de euros.
A Mota-Engil e a Corticeira Amorim foram as cotadas que mais pressionaram no final da negociação, com desvalorizações de 2,23% (84,640 pontos) e de 1,63% (6,62 pontos), respetivamente.