As principais praças europeias fecharam a primeira sessão da semana a registar perdas, mas o PSI contrariou e fechou no 'verde', impulsionado pela EDP Renováveis.
Segundo o analista de mercados do Millenium Ramiro "as bolsas europeias encerraram globalmente em alta ligeira. Os ganhos foram mais expressivos nos setores de Recursos Naturais, de Consumo, onde as empresas de Bens de luxo – Kering, Moncler, LVMH e Hermes – estiveram em bom plano, e Tecnológico, onde a ASML foi uma das que se destacou, sustentada pro um upgrade".
A Galp (+1,20%; 16,07 euros) e os CTT (+1,10%; 7,35 euros) lideraram a negociação, evitando perdas maiores no PSI, seguidas da Sonae (+0,77%; 1,3160 euros), EDP (+0,50%; 3,845 euros), NOS (+0,38%; 3,935 euros), Ibersol (+0,41%; 9,90 euros) e REN (+0,17%; 2,970 euros).
O presidente da Fed deu sinais de que um corte nos juros de referência pode estar para breve e os mercados sorriram na última sessão da semana passada, de forma particular em Wall Street. Seguem-se dados sobre o clima económico na Alemanha e a construção de casas nos EUA.
O único banco cotado no PSI desvalorizou mais de 3% em bolsa e o índice PSI terminou o dia em terreno negativo, a contrastar com os ganhos registados nos principais índices europeus.
O banco regista a descida mais acentuada e arrasta o PSI para o 'vermelho', apesar do sentimento positivo que se observa entre as principais praças europeias.
Em dia de reunião dos banqueiros centrais em Jackson Hole, as bolsas europeias encerraram em terreno misto. Por cá, o índice de referência registou ganhos, com a Corticeira Amorim, a disparar após o setor ficar isento de tarifas.
Os mercados registaram um dia pautado pelo sentimento negativo, sendo que Lisboa e Londres escaparam. Os holofotes recaem agora na reunião que junta presidentes do bancos centrais de todo o mundo, onde Jerome Powell pode levantar o véu sobre decisões a tomar em setembro.
As principais praças europeias terminaram o dia em baixa, mas o Reino Unido fugiu à regra, assim como Lisboa, onde a REN, os CTT e a NOS lideraram os ganhos.
Os mercados europeus registaram ganhos, de forma mais expressiva nos setores automóvel e do consumo. Seguem-se dados macro como a confirmação da inflação na zona euro e as minutas da Fed.
As duas cotadas valorizaram mais de 2%, seguidas pelo BCP, que valorizou perto de 1,5%. O dia foi positivo em Lisboa e nas mais importantes congéneres europeias, em particular na bolsa francesa.
Energética ganhou mais de 6% e liderou o sentimento positivo que se viveu no PSI, apesar das perdas generalizadas entre as mais importantes congéneres europeias. A inflação da zona euro atrai agora as atenções.
A energética beneficiou de uma decisão da administração de Donald Trump em matéria de fiscalidade, que pune menos as empresas do setor do que os investidores estavam a prever.
A bolsa de Lisboa fechou a última sessão da semana em alta, com o índice PSI a subir 0,75% para 7.780,46 pontos, num dia misto entre as principais congéneres europeias.
Juntamente com os CTT, o banco liderou as descidas na praça lisboeta. O índice PSI terminou o dia em perda, apesar das subidas generalizadas entre as principais bolsas europeias.
Os índices de maior peso terminaram em alta na quarta-feira, num dia sem dados de grande relevância. Seguem-se o PIB e a produção industrial na zona euro, assim como o emprego norte-americano, que deverão guiar as negociações nesta quinta-feira.
O PSI ficou ligeiramente acima da linha d'água, com a Mota-Engil a registar ganhos de quase 2%. As principais praças europeias subiram mais do que Lisboa, num dia animado nos mercados.
As principais praças europeias viveram leves ganhos na terça-feira, exceção feita à Alemanha, que registou uma queda ligeira. A inflação nos EUA ficou abaixo do esperado e deixou os investidores com um sorriso, sendo que agora é a vez de a Alemanha publicar o mesmo indicador.