As duas cotadas castigaram o PSI com desvalorizações superiores a 2% em ambos os casos, de tal forma que o índice registou uma queda, apesar do sentimento negativo que se viveu entre as principais bolsas europeias. Os mercados aguardam agora a decisão da Fed.
As bolsas viram-se castigadas pelo conflito entre Israel e Irão, sendo que as praças europeias sobressaem neste capítulo e Lisboa segue pelo mesmo caminho. Esta quarta-feira há juros da Fed e a decisão deve ir contra a vontade de Trump.
O PSI encerrou esta terça-feira em terreno negativo, em linha com os índices de referência das principais praças europeias. O conflito que se vive no Médio Oriente castigou o ambiente.
O setor destacou-se entre os que mais subiram nos principais índices europeus e o BCP seguiu pelo mesmo caminho, de tal forma que liderou os ganhos no PSI. Lá fora, o CEO da Renault deve mudar-se para Kering, pelo que esta última disparou 11% e o grupo automóvel caiu 8%.
O banco acompanhou o sentimento visivelmente positivo do setor e liderou as subidas do índice PSI. Nos mercados internacionais, o preço do barril cai mais de 3%.
O dia foi marcado por quedas no índice português e nos principais índices europeus, devido à "aversão ao risco, depois de Israel ter lançado um vasto ataque aéreo sobre o Irão esta noite, atingindo instalações nucleares e mais de uma centena de alvos militares relacionados com o programa nuclear iraniano, matando diversos altos responsáveis do regime", salientam os analistas da MTrader.
Os principais mercados europeus registaram descidas na quinta-feira, exceção feita ao Reino Unido. Lisboa, porém, seguiu no sentido oposto, a beneficiar de valorizações de quase 2% na Ibersol e Galp.
Donald Trump avançou com novidades sobre as negociações entre os dois países, que incluem tarifas dos EUA sobre a China em 55%, assim como o inverso nos 10%, além de outros fatores que ficaram estabelecidos. Esta quinta-feira, há dados importantes na economia dos EUA e do Reino Unido.
O grupo empresarial registou a maior desvalorização de entre as cotadas do PSI, na primeira sessão da semana. Por outro lado, BCP e o grupo EDP contrariaram o sentimento.
As principais praças do continente refletiram sentimento positivo, que também se notou em Lisboa. Os dados do emprego nos EUA contribuíram, assim como a subida do preço do barril, que deu força ao setor energético e levou a Galp a subir 4%.
A bolsa portuguesa acompanhou as leves subidas europeias na última sessão da semana. A energética esteve sob os holofotes, na sequência de a respetiva capitalização ser impulsionada pelas negociações do barril nos mercados internacionais.
O PSI terminou o dia com leves ganhos, a beneficiar da subida do BCP mas castigado, por outro lado, pela desvalorização da energética. A sessão ficou marcado pelo oitavo corte consecutivo nos juros do BCE, a par do discurso do Lagarde.
O Banco Central Europeu deverá cortar nos juros de referência durante esta quinta-feira, sendo que os dados macro que serão divulgados estarão no centro das atenções. Na véspera, a generalidade dos principais mercados europeus registaram ganhos, a beneficiar de uma contração inferior ao esperado no PMI dos serviços.
O banco liderou as perdas entre as cotadas do índice bolsista de referência em Lisboa. No exterior, o sentimento foi maioritariamente positivo, em dia de contração nos serviços, que não foi tão expressiva.
O sentimento positivo em Wall Street empurrou os mercados europeus para o 'verde', no mesmo dia em que a contração da indústria na China surpreendeu e gerou inseguranças. Esta quarta-feira, destaque para dados referentes ao setor dos serviços na zona euro e nos EUA.
Os mercados registaram algum ânimo em função de a inflação ter subido 1,9% em maio, em termos homólogos, o que significa uma desaceleração para mínimos do ano passado. Em Lisboa, a EDP Renováveis liderou os ganhos num dia 'verde', em linha com o sentimento que se registou nos mercados europeus.
Os mercados europeus abriram a semana com sentimento ligeiramente negativo, apesar de a OPEP ter comunicado um aumento na produção de petróleo abaixo do previsto, que fez valorizar as cotadas. No 'vermelho', destaque para a indústria automóvel, arrastada pelas tarifas dos EUA sobre o aço. Esta terça-feira, a inflação na zona euro marca a agenda, sendo esperado um recuo.
As tarifas dos EUA sobre o aço castigaram as cotadas do setor automóvel na primeira sessão da semana. Por outro lado, a subida dos futuros dos produtos petrolíferos impulsionou as energéticas, como é o caso da Galp.