As principais praças registam variações mistas, não superiores a 0,5%. Por cá, o PSI seguiu pelo mesmo caminho, onde o grupo EDP e a Galp lideraram os ganhos.
As principais praças europeias estão a negociar com descidas inferiores a 1% e Lisboa segue pelo mesmo caminho, apesar de a Galp estar em destaque na sequência de apresentar contas.
Segundo o analista de mercados do Millenium Ramiro Loureiro "as bolsas europeias vão oscilando entre os ganhos do PSI e as quedas ligeiras do CAC. A ASML recua de forma expressiva após cortar o Outlook para 2026 e dar fracas perspetivas para o 3.ºtrimestre, estando a castigar o setor Tecnológico".
A banca norte-americana começa a apresentar contas já na terça-feira. Até lá, as tarifas continuam no centro das atenções e, no fim de semana, o presidente dos EUA anunciou tarifas de 30% às importações que chegam da UE.
O banco registou a desvalorização mais forte entre as cotadas do PSI e empurrou o índice para o 'vermelho', em linha com as descidas registadas pelos principais índices do continente.
As principais praças registaram um dia misto, sendo que no Reino Unido o índice de referência alcançou um máximo histórico. Por cá, o sentimento foi negativo, com a REN e o BCP a caírem mais de 1%.
Donald Trump fez estender o prazo para as negociações referentes às tarifas que os EUA querem aplicar sobre as importações que chegam de outros países. Os investidores reagiram com um sorriso e os índices de referência das principais praças subiram na quarta-feira, acompanhados pelo PSI em Lisboa.
A Mota-Engil subiu mais de 4% na sessão desta quarta-feira e impulsionou o PSI. Face aos sinais positivos no que diz respeito à guerra comercial, os principais índices bolsistas dos Estados-membros da UE subiram mais de 1%.
O presidente dos EUA voltou a marcar o dia, ao confirmar que as tarifas que anunciou desde o início da semana e todas as que anunciar até ao final do mês vão entrar em vigor no dia 1 de agosto. Segue-se a revelação das minutas da última reunião da Fed, numa altura em que se esperam dois cortes até ao final do ano.
A energética liderou as negociações mas o PSI registou ganhos residuais. Lá fora, o sentimento foi de otimismo, fruto das negociações que dizem respeito às políticas comerciais.
As principais praças europeias encerraram a primeira sessão da semana em alta, em particular a bolsa de Frankfurt, que beneficiou dos números macro acima do esperado. Na agenda continuam as tarifas dos EUA, cujo prazo para negociação parece agora poder ser mais alargado.
A energética protagonizou um dia particularmente negativo em bolsa e empurrou o PSI para as negociações no 'vermelho', apesar do otimismo assinalado lá fora, em particular na Alemanha.
O grupo EDP e a REN lideraram as valorizações entre as cotadas do PSI e o dia foi positivo em Lisboa, apesar das perdas registadas nos principais índices do continente.
O índice PSI ganhou 1,60%, superando as principais praças europeias, impulsionado por valorizações superiores a 3% na dona da marca Pingo Doce e na EDP Renováveis.
As principais bolsas europeias registaram sentimento maioritariamente positivo. Os mercados ficaram animados pelo acordo que ditou tarifas de 20% dos EUA sobre o Vietname.
O sentimento foi maioritariamente negativo entre as mais importantes bolsas europeias, à medida que aumentam os receios referentes às tarifas que deverão ser anunciadas por Donald Trump na próxima semana. No Fórum do BCE, Christine Lagarde sinalizou que o banco central vai adotar uma postura mais preventiva no que diz respeito aos juros.
Lisboa encerrou com perdas superiores às registadas nas principais praças do continente, fruto do tombo na capitalização da EDP Renováveis, que resulta de medidas menos favoráveis às energias verdes por parte de Donald Trump. Em sentido oposto, houve máximos históricos na bolsa de Nova Iorque.
As praças europeias registaram pessimismo generalizado, com a descida mais acentuada a resultar das políticas da Casa Branca, menos favoráveis aos investimentos em energias verdes do que acontecia com a anterior administração.