O julgamento do caso Banco Espírito Santo (BES) prossegue esta sexta-feira com a continuação da reprodução em tribunal dos interrogatórios de Ricardo Salgado, há nove anos, em, depois de uma tentativa falhada de o impedir por parte da defesa. É também dia de ouvir a gravação do empresário Pedro Queiroz Pereira, que faleceu em 2018 e era acionista maioritário do grupo Semapa.
A primeira semana de sessões no Campus da Justiça deixa claro que uma década desde o colapso do banco é tempo que se perdeu, porque impede presenças cruciais em frente do coletivo de juízes – inclusive a do principal arguido, com consciência de onde está. A defesa do ex-banqueiro Ricardo Salgueiro voltou esta quinta-feira a alertar que o então “dono disto tudo” não se pode defender.
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