Pagamentos do programa Edifícios Mais Sustentáveis já arrancaram

O Ministério atribuiu uma dotação de 30 milhões de euros ao programa em 2023, tendo o programa fechado em outubro do ano passado. Os pagamentos deveriam ter começado em janeiro deste ano, no entanto quando o novo-Executivo entrou em funções 78 mil candidaturas ainda estavam por analisar.

Pagamentos do programa Edifícios Mais Sustentáveis já arrancaram
Foto cedida

O Fundo Ambiental iniciou na passada sexta-feira o primeiro lote de pagamentos do programa de apoio a edifícios mais sustentáveis 2023. Em comunicado o Ministério do Ambiente e Energia revela que também começaram a ser feitos os pagamentos aos beneficiários do programa vale eficiência II.

O Ministério atribuiu uma dotação de 30 milhões de euros ao programa em 2023, tendo o programa fechado em outubro do ano passado. Os pagamentos deveriam ter começado em janeiro deste ano, no entanto quando o novo-Executivo entrou em funções 78 mil candidaturas ainda estavam por analisar.

O vale de eficiência II contou com uma dotação de 104 milhões de euros, tendo o programa começado a receber candidaturas em novembro do ano passado.

O avanço dos pagamentos em ambos os programas resulta do protocolo entre o Fundo Ambiental e quatro instituições de Ensino Superior nacional, que permitiram desencadear a avaliação das candidaturas que aguardavam uma decisão.

A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, afirma que “é um dia importante para o avanço da sustentabilidade e da eficiência energética em Portugal”.

“Com o início dos primeiros pagamentos do Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis e do Programa Vale Eficiência, damos um passo significativo na concretização dos nossos compromissos ambientais e sociais, mas também um sinal de confiança que é dado aos portugueses que se candidataram a estes apoios e que, desde o verão de 2023, não viam uma resposta por parte do Estado”, revelou a ministra.

Relacionado

Reservas de gás da União Europeia estão no nível mais baixo em 15 anos

Reservas de gás da União Europeia estão no nível mais baixo em 15 anos

Ruben Pires3 Set
De acordo com a publicação BiGo Finance o nível de reservas de gás que a União Europeia detém nesta altura deve-se a um erro de cálculo. O bloco europeu vinha adiando as compras de gás na expetativa de que o conflito no Médio Oriente, que se iniciou em fevereiro entre Estados Unidos, Israel, e Irão, tivesse um desfecho rápido, permitindo que o gás natural vindo do Qatar voltasse a passar pelo Estreito de Ormuz a um preço mais baixo. Contudo o cenário de momento não se concretizou.
Irão: Choque energético “ainda não terminou” e IA aumenta procura por energia, diz FMI

Irão: Choque energético “ainda não terminou” e IA aumenta procura por energia, diz FMI

"O estreito de Ormuz continua, em grande parte, fechado, as reservas estratégicas de petróleo e gás terão de ser repostas, a IA aumenta a procura de energia e o inverno aproxima-se no hemisfério norte", afirmou Kristalina Georgieva, na terça-feira 1 de setembro, no final da reunião dos ministros das Finanças e governadores dos bancos centrais do G20 em Asheville, no estado norte-americano da Carolina do Norte.