Operação Marquês: advogada oficiosa recusa defender José Sócrates por ser do Chega. Sessão adiada até 13 de janeiro

Inês Louro foi vereadora do Chega na Azambuja e por isso considera que "não existem condições éticas" para defender o antigo primeiro-ministro. De resto, José Sócrates não compareceu em tribunal no dia em que retoma o julgamento da Operação Marquês.

Operação Marquês: advogada oficiosa recusa defender José Sócrates por ser do Chega. Sessão adiada até 13 de janeiro
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A advogada oficiosa que foi sorteada para defender José Sócrates no dia em que é retomado o julgamento da Operação Marquês, recusou-se a defender o antigo primeiro-ministro pelo facto de pertencer ao partido Chega, avança a Rádio Renasncença.

Inês Louro foi vereadora do Chega na Azambuja e alegou objeção de consciência para recusar a defesa de José Sócrates, dado que o partido liderado por André Ventura ser dos que mais tem criticado o antigo primeiro-ministro.

À saída do Campus de Justiça, Inês Louro afirmou à imprensa que “não existem condições éticas” para levar a cabo as suas funções neste processo. José Sócrates não compareceu em tribunal e não se faz representar pelo seu novo advogado José Preto, que comunicou ao tribunal que está internado devido a um problema de saúde desde o dia 27 de dezembro.

Desta forma, a sessão do julgamento foi adiada até dia 13 de janeiro para a segunda advogada oficiosa designada, que vai defender Sócrates, estudar o processo.

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