O presidente executivo do Novobanco admitiu na conferência com analistas que é difícil um entendimento para antecipar o fim do Acordo de Capitalização Contingente (CCA) que tem um prazo de validade até 2025 e que enquanto estiver em vigor impede o banco de distribuir dividendos.
“Seria bom que acontecesse e é sempre algo que vale a pena explorar, mas o nosso planeamento não presume que isso aconteça”, confessou Mark Bourke na conferência com analistas.
O Jornal Económico sabe que as conversas exploratórias entre a Lone Star, o Novobanco e o Fundo de Resolução não estão a ser fáceis. Para um acordo sobre o fim antecipado do mecanismo de capitalização contingente é relevante a questão dos litígios entre o FdR e o Novobanco. Ora, não se está a revelar fácil nessa matéria a convergência de posições.
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