Iniciativa Liberal critica acordos e coligações autofágicos viabilizados na Madeira

A Iniciativa Liberal criticou o programa de governo por não ter medidas que permitam o reforço da inovação, a capitalização das empresas, a qualificação do território, o combate às desigualdades, e a modernização dos serviços públicos.

Iniciativa Liberal critica acordos e coligações autofágicos viabilizados na Madeira
Fotografia: Júnior De Vecchi

A Iniciativa Liberal (IL) criticou os acordos e coligações autofágicos que permitiram assegurar a maioria absoluta na Assembleia Legislativa da Madeira, entre PSD, CDS-PP, e PAN, durante a sessão de encerramento do programa de governo que decorre no parlamento regional.

O deputado da IL, Nuno Morna, considerou que ainda “há muito por fazer” e criticou o programa de Governo por não ter medidas que permitam o reforço da inovação, a capitalização das empresas, a qualificação do território, o combate às desigualdades, e a modernização dos serviços públicos.

“Para além do betão e do alcatrão muito que está por fazer”, afirmou Nuno Morna.

O deputado da Iniciativa Liberal referiu que a força partidária defende a promoção da “livre concorrência e o papel social do estado” acrescentando que o partido não será refém dos donos disto tudo.

Nuno Morna disse que a IL estará ao “lado das boas ideias venham elas de onde vierem”.

O deputado da força partidária criticou a redução dos impostos às “pinguinhas”, apesar de uma maior arrecadação fiscal do executivo madeirense, e apelou a uma descida mais rápida do IRS e do IVA, através do esgotamento do diferencial fiscal máximo de 30% face às taxas em vigor no território continental.

Nuno Morna criticou também o programa de Governo por “falar pouco” de pobreza (cinco vezes) naquele que o deputado da IL considerou ser “o maior problema” da Madeira.

Relacionado

Aguiar-Branco convoca conferência de líderes para 5.ª feira para decidir data da moção de censura do Chega

Aguiar-Branco convoca conferência de líderes para 5.ª feira para decidir data da moção de censura do Chega

“Quero avaliar com os líderes parlamentares a definição da data a partir da qual se devem contar os três dias para efeitos de levar à discussão na Assembleia da República”, afirmou José Pedro Aguiar-Branco, em declarações aos jornalistas nos Açores, uma vez que a moção de censura deu entrada “num período de interrupção dos trabalhos parlamentares”
PS e Livre apoiam recomendações da Provedoria após tempestade Kristin. IL critica resposta do Estado

PS e Livre apoiam recomendações da Provedoria após tempestade Kristin. IL critica resposta do Estado

Bianca Marques25 Ago
Em reação ao relatório da Provedoria da Justiça, PS e Livre consideram pertinentes as recomendações da Provedoria de Justiça para melhorar a resposta a catástrofes e a atribuição de apoios às populações afetadas pela tempestade Kristin, enquanto a Iniciativa Liberal critica a falta de preparação do Estado e defende uma revisão da Lei de Bases da Proteção Civil.