Justiça

Plataforma e-Leilões ultrapassa oito mil milhões de euros em vendas nos primeiros 10 anos

Desenvolvida e gerida pela OSAE, por despacho do Ministério da Justiça, a plataforma gerou, até julho de 2026, mais de oito mil milhões de euros. No primeiro trimestre deste ano, as vendas superaram os 121,5 milhões de euros, com mais de 2.500 leilões realizados e cerca de 46.900 licitações. O imobiliário concentrou a maior parte deste volume, com mais de 118,6 milhões de euros, 1.200 leilões e 36.500 licitações.
Maria Teixeira Alves2 Set
Plataforma e-Leilões ultrapassa oito mil milhões de euros em vendas nos primeiros 10 anos

João Massano: “A prioridade na Justiça deve ser o reforço dos meios humanos”

O bastonário da Ordem dos Advogados defende reformas da Justiça, por áreas, para que se melhore constantemente. “A reforma das justiças”, por exemplo, da área da família e das crianças. “É essencial que se arranje forma de terem outra atenção pelos tribunais e uma resposta rápida e eficaz”, diz João Massano, em 5 Minutos, ao JE e na TSF. Tem diversos dossiers para discutir com a ministra Rita Alarcão Júdice, incluindo a digitalização de processos, para combater a burocracia.
João Massano: “A prioridade na Justiça deve ser o reforço dos meios humanos”

Tribunal Constitucional declara inconstitucional norma do imposto adicional sobre a banca

"Nestes termos, pelos fundamentos expostos, decide-se declarar a inconstitucionalidade, com força obrigatória geral, da norma contida no artigo 21.º, n.º 1, alínea a), da Lei n.º 27-A/2020, de 24 de julho, no segmento que se refere ao cálculo do imposto relativo ao primeiro semestre de 2020, por violação do princípio da proibição da retroatividade dos impostos, decorrente do artigo 103.º, n.º 3 da Constituição da República Portuguesa", lê-se no acórdão do plenário do Tribunal Constitucional, com data de 03 de junho e que teve apenas um juiz com voto vencido.
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Operação ‘Torre de Controlo’. TI Portugal preocupada com suspeitas de corrupção na Defesa

Transparência Internacional Portugal (TI Portugal) alerta que o setor da Defesa está "estruturalmente exposto a riscos de corrupção", avisando que essa realidade pode piorar na sequência das propostas para agilizar a contratação pública na área no âmbito da pressão europeia para aumentar e acelerar a despesa pública nessa vertente. "Uma ‘via verde’ não pode significar uma ‘via sem fiscalização’. O reforço da Defesa exige não só mais recursos, mas melhores garantias de integridade e responsabilidade", defende Margarida Mano, presidente da TI Portugal.
Melissa Lopes4 Jun
Operação ‘Torre de Controlo’. TI Portugal preocupada com suspeitas de corrupção na Defesa