O país que viveu o calvário da bancarrota é, década e meia depois, uma potência mundial no ensino das Finanças, onde um mestrado pode dar um salário de 140 mil euros.
Foi uma iniciativa inédita da Nova SBE Public Policy Institute. Quase duas dezenas de jovens de diferentes juventudes partidárias aceitaram o convite do instituto para participar no primeiro programa “Liderança em Políticas Públicas”, no campus de Carcavelos, no início do verão.
A previsão do Santander aponta para um crescimento global resiliente de aproximadamente 3% a 3,1% em 2026, beneficiando de uma política monetária que transita do aperto para a neutralidade. Só nos EUA o crescimento será perto de 2%.
Os maiores museus do mundo lutam contra a sobrelotação e o impacto do turismo de massas. Após um número recorde de visitantes, em 2025, o Museu do Prado, em Madrid, traça plano para gerir fluxo de visitantes.
A Metropolitan Opera, em Nova Iorque, estende o tapete vermelho a Puccini e à sua “Madama Butterfly”, numa produção de Anthony Minghella que imprime maior brilho a este poderoso clássico.
2026 não é um ano qualquer para a Fundação EDP. É sinónimo de uma década de MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia. A programação que se inicia a 11 de fevereiro invoca o passado, mas também aponta o futuro.
Agência Abreu, Top Atlântico e Viagens El Corte Inglés constatam o crescimento do mercado nos meses de inverno para destinos de calor por parte dos portugueses.
A empresa já está a aplicar o tratamento em Espanha, Aústria, Alemanha e EUA. Em Portugal poderá ajudar mais de 3.000 doentes, mas aguarda aprovação do Infarmed.
Os cenários de risco e incerteza vão continuar a marcar 2026. Um estudo da Prosegur aponta tendências e aconselha as grandes empresas a criar um responsável de geopolítica.
O atual panorama do comércio internacional — marcado por ajustamentos tarifários e pela instabilidade global — impõe novos desafios à gestão das empresas.
O Santander Totta registou lucros de 963,8 milhões com uma subida de 0,5%. O BPI, em Portugal, viu os lucros caírem 4% para 489 milhões. Na rentabilidade o Santander dispara.
“Vamos abrir no Porto para estarmos mais perto das PME e porque é importante para as empresas nossas clientes terem um escritório da Ebury no Norte”, explica Duarte Líbano Monteiro.
Receitas das unidades do grupo hoteleiro aumentaram 23% face ao ano anterior. Até 2028 vão surgir 12 hotéis entre Brasil e Portugal, num investimento de 210 milhões de euros.
*Sem contabilizar os investimentos em que o Luxemburgo é apenas intermediário, o Grão-Ducado é o quinto país que mais investe em Portugal. Este é o terceiro artigo da rubrica Visão Periférica.
“O Grupo destacou-se pela sua combinação única de crescimento e rendibilidade, liderando na Europa: o crédito aumentou 16,2% (em euros constantes), enquanto o retorno sobre o património tangível atingiu os 19,3%. O BBVA manteve um rácio de capital CET1 sólido de 12,7% e continuou a gerar valor para os acionistas, com um valor contabilístico tangível por ação mais dividendos a crescer 15,2%”, salientou a instituição bancária.
A proteína invadiu as prateleiras dos supermercados e mudou a forma como olhamos para a alimentação. O que antes era símbolo de esforço extremo — Rocky Balboa a engolir ovos crus de manhã cedo — hoje vem em pó, batidos e barras energéticas. Neste mercado de saúde e bem-estar — que vale 600 milhões de euros —, as marcas competem para conquistar consumidores de todas as idades.
A situação é catastrófica e regiões mais afetadas pesam 20% do PIB nacional, mas, em termos de PIB, a destruição não entra no cálculo, ao contrário da reconstrução. Aumento da procura por trabalho será uma dificuldade.
Projeto da Fidelidade Property apresenta-se como um dos mais tecnológicos e sustentáveis para dar resposta ao principal problema das empresas atualmente: a capacidade de reterem talento qualificado.
Inspirado no Basque Culinary Center, este projeto pretende posicionar a gastronomia portuguesa no radar internacional, apostando na inovação, formação e valorização dos produtos nacionais
O presidente da Comissão Nacional de Acompanhamento do Plano de Recuperação e Resiliência considera que Portugal deveria ter um fundo que lhe dê “mais autonomia” face a Bruxelas. Pedro Dominguinhos ressalva, no entanto, que o investimento tem de ser “estratégico”.