O Santander vai investir 50 milhões de libras nesta operação, mantendo-se como acionista maioritário com uma participação de 55%. O banco reforça assim o seu compromisso estratégico com a fintech, que desempenha um papel central na oferta de soluções de pagamentos internacionais para pequenas e médias empresas (PME).
Recorde-se que a primeira edição do programa teve como vencedora a fintech portuguesa Rauva, enquanto em 2025 Portugal voltou a destacar-se com a presença da Paynest na final.
Diretor financeiro do banco digital diz à imprensa portuguesa que os sistemas contabilísticos já estão atualizados. "Não antecipamos que seja um problema daqui para frente. Podemos fechar as contas de 2022 num período de tempo muito mais razoável”, assegura Mikko Salovaara.
As denúncias dos consumidores portugueses no Portal da Queixa relacionadas com burlas, 'phishing' e 'vishing' ('phishing' de voz) tiveram uma subida de 44%. Ainda assim, as principais razões de alerta foram o serviço prestado (36%) e a falta de apoio ao cliente (25%).
A versão de teste já está disponível para alguns utilizadores. O banco digital está empenhado em tornar-se na principal conta dos portugueses e prepara também novos produtos de poupança.
O acordo entre esta dupla de empresas portuguesas tem como objetivo fazer sinergias em várias áreas, bem como criar vantagens para as startups do CTT 1520 StartuProgram, nomeadamente com o acesso direcionado ao ecossistema fintech.
António Horta Osório é ainda assessor sénior da firma de 'private equity' Cerberus e da Mediobanca e desempenha funções não executivas nos conselhos de administração da Bial, Impresa, Fundação Champalimaud e no grupo José de Mello.
Depois de terem dominado o espaço publicitário da última edição do Super Bowl, as empresas de criptoativos saíram não tão discretamente da ribalta. Algumas faliram, outras enfrentam as réplicas de uma crise no mercado, mas uma coisa é certa: nenhuma investiu em publicidade no evento desportivo do ano.
Na Europa, a Capitual obteve uma licença para fornecer serviços de criptoativos a partir da Itália. Com essa autorização, poderá levar ativos digitais para os outros mercados da União Europeia.
Chegou a Portugal a fintech financeira que através da sua app ajuda os clientes a poupar. A fintech com 1,5 milhões de utilizadores por toda a Europa já ajudou a por de parte mais de 1,70 mil milhões de euros.
A fintech francesa, que tem operação em Portugal, ficou com uma valorização de 1,1 milhões de euros após a nova ronda de investimento, de empresas como Goldman Sachs, Eurazeo ou Crédit Mutuel Arkéa.
O mesmo estudo revela que "dois em cada três dos inquiridos afirmam que não é fácil abrir uma conta bancária em Portugal e cerca de metade espera mais do que um dia para a conta estar disponível".
A startup de Felgueiras mantém a previsão de ser um unicórnio até 2028, mas ainda não se conseguiu lançar nas criptomoedas e ‘e-sports’ tão rápido como previa, porque a banca aderiu em força à sua tecnologia. Espanha, França e Itália são os próximos países a investir.
Nik Storonsky comentou, em Lisboa, a decisão de largar a cidadania russa. Em relação ao ciberataque da Revolut, explicou que "foram afetadas 50 mil pessoas em todo o mundo de 25 milhões". "Se aplicar essa lógica para Portugal, de um milhão de clientes, foram 50-60 pessoas”, referiu.
"Se as pessoas gostam de stickers e emojis nós vamos permitir-lhes que falem num chat também", disse esta quarta-feira o cofundador e CEO do banco digital.
Nik Storonsky esclareceu, numa conversa com jornalistas portugueses na Web Summit, que houve um crescimento expressivo no número de adesões à aplicação financeira depois do lançamento nacional do Revolut Bank, em dezembro de 2021.