O Santander vai investir 50 milhões de libras nesta operação, mantendo-se como acionista maioritário com uma participação de 55%. O banco reforça assim o seu compromisso estratégico com a fintech, que desempenha um papel central na oferta de soluções de pagamentos internacionais para pequenas e médias empresas (PME).
Recorde-se que a primeira edição do programa teve como vencedora a fintech portuguesa Rauva, enquanto em 2025 Portugal voltou a destacar-se com a presença da Paynest na final.
Ao promover confiança, defesa e lealdade entre sua base de clientes, as fintechs podem emergir não apenas como sobreviventes, mas também como vencedoras.
O crescente uso da Inteligência Artificial (IA), a consolidação dos pagamentos mobile, a afirmação das transferências SEPA instantâneas e o euro digital, são as tendências do setor fintech em 2024, segundo a Rauva.
No segundo ano de rentabilidade do banco digital, o resultado líquido caiu de forma expressiva devido os investimentos e despesas operacionais, de 252 milhões de euros. A receita alcançou os 1,1 mil milhões de euros.
As candidaturas para o “PayTech On-The-Go”, promovido pelo NEST - Centro de Inovação do Turismo, Mastercard e Fábrica dos Unicórnios, estão abertas até ao próximo dia 14 de janeiro.
A Pulsar Finance, startup portuguesa responsável por desenvolver a plataforma de gestão de cripto ativos e fornecedora de dados, anunciou recentemente o seu exit, após a sua aquisição pela Terraform Labs (TFL), que atua no setor de blockchain.
"Enquanto os bancos tradicionais impõem comissões e taxas adicionais, frequentemente escondidas em termos e condições extensos e complexos, a Rauva alivia os empresários desse encargo”, afirma o CEO da fintech no comunicado.
A aquisição da Pecunpay irá melhorar o posicionamento da Minsait Payments junto das fintechs e dos neobancos, com uma oferta de pagamentos mais alargada, refere a empresa.
A Inteligência Artificial também entrou no sector dos investimentos. A empresaa Art2Trading, spin-off da fintech Learning2Trading, foi uma das cinco empresas selecionadas na quarta e mais recente edição do Portugal FinLab, o programa que une empreendedores e reguladores do sector financeiro.
“Não existem bancos digitais dedicados exclusivamentea este segmento de empresas e nós queremos colmatar esta lacuna e ter um impacto real na economia”, diz ao JE o CEO da Rauva, Jon Fath.
A solução de software as a service (SaaS) de faturação já adquiriu desde dezembro do ano passado mais de mil clientes, o que representa um crescimento médio mensal de 13,6%. Tendo emitido mais de 1,5 milhões de documentos mensalmente.
Este ano, o Relatório dedica um capítulo a Generative AI, explorando questões decorrentes da próxima Lei de IA passando ainda por casos de aplicação nos serviços financeiros.
A nomeação ocorre numa altura em que a Revolut está a reforçar a sua operação local, no meio de uma longa espera para obter a sua licença bancária britânica, que assim que for recebida, vai fazer com que Carlesi administre a divisão bancária da empresa.
A ‘insurtech’ britânica, com equipa em Portugal, concluiu uma ronda de financiamento pré-seed com a Indico Capital Partners e os fundos estrangeiros APX, Fuel Ventures e Magic Fund.
Esta aquisição vai tornar possível a expansão e presença geográfica da empresa, melhorar as suas capacidades internacionais de e-commerce e aumentar a sua oferta de e-commerce da empresa.
A startup, que se dedica a “ligar” o mundo financeiro tradicional às finanças descentralizadas, antecipa chegar ao final de 2023 com 5 mil utilizadores e, tendo em conta as médias de volume e frequência de operações, com mais de 20 mil operações processadas.
Os turistas de ou em Portugal que pretendam ficar num alojamento Airbnb têm agora uma nova modalidade de pagamento a prazo, no âmbito de uma parceria com a fintech Klarna.
Tomás Oliveira da Silva foi contratado para reforçar a equipa de liderança como Chief Risk Officer (CRO). O português junta-se ao Chief Technology Officer (CTO) Maxence Cornet e ao CEO Jon Fath para construir um dos primeiros bancos de negócios para PMEs inteiramente digitais na Europa.
A 'fintech' reconhece o papel crítico da inteligência humana na deteção e prevenção de fraudes, juntamente com a tecnologia de ponta e a inteligência artificial e continua a reforçar os quadros nesta área.
A fintech vai criar o primeiro sistema de pontuação de crédito com recurso a 'quantum machine learning' na Europa com o objetivo de expandir as oportunidades de crédito para empresas normalmente ignoradas pelas avaliações padrão.