O Santander vai investir 50 milhões de libras nesta operação, mantendo-se como acionista maioritário com uma participação de 55%. O banco reforça assim o seu compromisso estratégico com a fintech, que desempenha um papel central na oferta de soluções de pagamentos internacionais para pequenas e médias empresas (PME).
Recorde-se que a primeira edição do programa teve como vencedora a fintech portuguesa Rauva, enquanto em 2025 Portugal voltou a destacar-se com a presença da Paynest na final.
A Payhawk entra no mercado nacional já com empresas portuguesas na carteira. Fintech quer simplificar a gestão que as empresas fazem das suas despesas, retirando burocracia.
A conclusão é de um estudo da Tickelia, apresentado a um grupo de diretores financeiros, em Lisboa. "A fraude interna mais comum nas empresas está relacionada com a apresentação de despesas antigas, seguida da apresentação repetida do mesmo recibo”, alertou o porta-voz da tecnológica.
Relatório da consultora explica que só houve um decréscimo de 1% no segundo trimestre do ano, em comparação ao mesmo período do ano passado, devido à aposta na Inteligência Artificial.
O estudo revela que 41% dos portugueses ainda não estão familiarizados com as opções de banca digital que continuam a crescer no setor financeiro nacional, no entanto, 73% dos participantes, que ainda não trabalham com instituições financeiras digitais, planeiam fazê-lo no futuro.
O plano da concorrente da PayPal com este negócio é utilizar alargar a sua oferta de 'open banking' ao mercado dos pagamentos recorrentes, como subscrições de plataformas de 'streaming' ou doações.
A 'fintech' permite fazer pagamentos a prestações, sem juros. O seu serviço de sugestões de produtos conta com a ajuda da Inteligência Artificial, em resultado da parceria com a OpenAI.
O 'marketplace' Experiências contém tours, atividades e atrações turísticas que dá aos utilizadores a oportunidade de agendarem as suas experiências de viagem através da app. É disso exemplo a subida à Torre Eiffel, visita ao Deserto Agafay ou entrada nas termas Széchenyi em Budapeste.
As startups que tiverem interesse na nova pool devem fazer parte do portfólio da Wow e ter o produto financeiro proposto avaliado e aprovado pela AmFi. Uma vez validado, o negócio terá o próprio pool com regras específicas, o que envolve valor do fundo e das quotas, rentabilidade, prazo, risco, entre outros aspectos.
Coverflex, Fraudio e Holywally destacaram-se entre a centena de candidaturas na Península Ibérica no primeiro Visa Innovation Program Europe (VIPE) que abrangeu Portugal, avançou o grupo de pagamentos ao Jornal Económico.
O Retail Report da Adyen conclui que o comércio unificado deu aos retalhistas portugueses 6% do seu crescimento em 2022 e que 39% das empresas em Portugal estão a considerar investir no comércio unificado.
James Wardhana foi condenado a 21 meses de prisão e Chai Ai Lim a dez meses, ambos com efeitos imediatos, por conspiração por se apropriarem indevidamente de fundos da fintech alemã então liderada por Markus Braun.
Depois de falhar o registo para conseguir operar como uma empresa de serviços de ativos virtuais nos Países Baixos, a Binance vê-se obrigada a deixar este mercado.
Por outro lado, a Mastercard lançou a nova solução de Verificação do Titular de Conta, que permite que as empresas verifiquem instantaneamente se os seus clientes são os titulares da conta bancária apresentada, com base na tecnologia de open banking.
A maior bolsa de criptomoedas do mundo apela aos clientes para retirarem o dinheiro através de transferência bancária. Em causa está o facto de a SEC - Securities and Exchange Commission (equivalente à CMVM em Portugal) ter feito uma série de acusações à empresa por alegadas operações ilegais.
O “reader” é um aparelho eletrónico de leitura de cartões de crédito e débito para empresas que foi inicialmente lançado na Irlanda e passará a estar disponível em mais geografias. Em causa está o plano de expansão do segmento "Business" da fintech, que abrange Portugal.
A Rauva é a primeira super-app portuguesa para pequenas e médias empresas e freelancers, que tem como objetivo tornar o empreendedorismo facilmente acessível a todos. ".
"Ao eliminar atrasos desnecessários do processo de movimentação de fundos", a Adyen diz que consegue libertar milhões em fluxo de caixa diário para os seus clientes, fornecendo um maior apoio na eficiência operacional, e ajudando as empresas a alcançar as suas ambições mais rapidamente.
A fintech britânica revelou ainda que atingiu os 30 milhões de clientes em todo o mundo e está a levar praticamente um milhão de pessoas para a aplicação todos os meses. Em novembro do ano passado, as transações mensais eram 350 milhões.