O Santander vai investir 50 milhões de libras nesta operação, mantendo-se como acionista maioritário com uma participação de 55%. O banco reforça assim o seu compromisso estratégico com a fintech, que desempenha um papel central na oferta de soluções de pagamentos internacionais para pequenas e médias empresas (PME).
Recorde-se que a primeira edição do programa teve como vencedora a fintech portuguesa Rauva, enquanto em 2025 Portugal voltou a destacar-se com a presença da Paynest na final.
No final de 2022 a empresa de fintech apresentou um prejuízo de 222,7 milhões de euros. Já no primeiro trimestre de 2023 a empresa mostra sinais de recuperação, melhorando o seu prejuízo para 112,6 milhões de euros.
Através da app, os clientes Plum podem agora comprar, vender ou segurar as cinco criptomoedas principais: Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH), Cardano (ADA), Solana (SOL), Binance Coin (BNB).
As tecnológicas que são instituições financeiras, e vice-versa, têm registado um crescente número de clientes nos últimos anos. DBRS alerta para necessidade de auditorias internas.
Quanto às expectativas de crescimento, Rui Hopffer Silva, diretor comercial da Eupago e responsável da agência de Lisboa, espera um aumento de 10% no número de contas ativas, alcançando os 25 mil clientes até ao final do ano.
O investimento mínimo nestes fundos, através da aplicação financeira, é de um euro e está disponível a partir desta quarta-feira. "Em breve vamos lançar uma plataforma de trading mais sofisticada para investidores experientes", revela ainda um porta-voz do neobanco britânico.
A Rauva está apenas disponível para os negócios em Portugal, uma vez que apresenta uma abordagem localizada, mas pretende expandir-se para outros mercados nos próximos anos.
Os bancos e neobancos, plataformas de empréstimo, credores hipotecários e cooperativas de crédito sentirão dificuldades em aumentar a rentabilidade e terão de começar a conceder empréstimos com base no seu próprio balanço, enquanto acedem simultaneamente a fundos de custo mais baixo, defende o estudo da BCG.
A Revolut lançou oficialmente esta semana a ‘app’ financeira no mercado brasileiro. O CEO da subsidiária, Glauber Mota, diz ao JE que a operação foi montada em apenas um ano e tece elogios ao Banco Central do Brasil.
O banco central alegou que esta medida visa "mitigar os riscos que as operações com estes ativos poderiam criar aos utilizadores de serviços financeiros e ao sistema nacional de pagamentos" e "equipara as regras que os PSPCP e as entidades financeiras devem cumprir".
Com este Regulamento (MiCA) "teremos uma atuação harmonizada das autoridades de supervisão a nível Europeu" porque "a área das atividades com criptoativos, seja para efeitos de investimento, seja para efeitos de pagamentos" extravasa fronteiras, diz Hélder Rosalino.
Através da Finnovating, a empresa de pagamentos ligar-se-á a mais de 60.000 empresas em crescimento, 20.000 instituições e 9.000 investidores, com presença em 125 países.
A conclusão é de um estudo internacional da Klarna, o “Money Management Pulse”, divulgado esta terça-feira. Dos 17 países analisados, só a Polónia (38%), a França (32%) e a Áustria (28%) não se encontram verdadeiramente otimistas.
Glauber Mota, responsável pela operação da Revolut no mercado brasileiro, explicou ao Jornal Económico que a expansão do negócio para a América Latina pretende ser uma forma de agilizar o envio de remessas dos emigrantes e os profissionais que fazem trabalho internacional e querem receber em moeda estrangeira.
A partir desta terça-feira, a fintech convida os clientes em lista de espera a registarem-se definitivamente na app, que fica também disponível em todo o mercado brasileiro. O anúncio foi feito pelo CEO, Nik Storonsky, na Web Summit Rio.
Estas contas permitem que os utilizadores criem uma conta adicional dentro da aplicação Revolut para ser gerida em conjunto por duas pessoas, seja uma dupla de parceiros, membros da família ou amigos.
A empresa de pagamentos Nickel, que permite abrir contas de pagamento em tabacarias e quiosques, tem previsto investir 10 milhões de euros até 2027 e quer atingir 450 mil clientes.
As inscrições para o Visa Innovation Program Europe, cuja edição deste ano abrange Portugal, estão a decorrer. As empresas escolhidas vão ter acesso, durante seis meses, a formação, mentoria, contactos privilegiados com investidores e empresários de outros sectores.
Richard da Silva, vice-presidente de Vendas da Loqr, confirma ao Jornal Económico a notícia avançada pela imprensa espanhola e explica que a carteira de clientes no país vizinho é “o maior ativo” para a expansão para este mercado “altamente regulamentado”.
A fintech Eupago acaba de anunciar que, depois da autorização do Banco Central, vai ser a primeira Instituição de Pagamento portuguesa a iniciar operações de open banking no país, nomeadamente os serviços de informação sobre contas (AISP) e o serviço de iniciação de pagamentos (PISP).