O país que viveu o calvário da bancarrota é, década e meia depois, uma potência mundial no ensino das Finanças, onde um mestrado pode dar um salário de 140 mil euros.
Primeiro escritório internacional da Apex Partners foi inaugurado na capital portuguesa em julho de 2025. Um ano depois, o grupo enfrenta um rombo de 985,6 milhões de reais (164,5 milhões de euros), fundos com resgates suspensos e bens do fundador bloqueados pela Justiça. Por cá, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários limita-se a dizer que "a CMVM encontra-se vinculada por deveres legais de sigilo profissional que a impedem de se pronunciar sobre a sua atuação em casos concreto”.
O acordo de venda do Banco Português de Gestão à chinesa VCredit falhou. O prazo expirou sem aprovação regulatória. Mas já há novos candidatos à compra, incluindo um banco português.
Do Conselho de Administração sai Francisco Ramalho, entra Eduardo Quintais e Rodrigo Castro Nunes passa de vogal a vice-presidente. A instituição liderada por Luís Máximo dos Santos revela que os dividendos da Oitante que serão utilizados no reembolso da dívida.
A Secil é uma das empresas com consumo elevado de combustíveis que têm vindo a recorrer à justiça para recuperar a contribuição de serviço rodoviário (CSR) que apesar de ter sido suportada pelas gasolineiras, foi repercutida no preço cobrado por estas ao consumidor final.
Presidente da República tinha até 11 de julho, para entregar pedido de fiscalização do diploma de redução do IRS proposta pelo PS. Marcelo tem agora 20 dias para promulgar ou vetar. E se promulgar, ainda pode pedir fiscalização sucessiva.
Fornecedor habitual de software à administração pública portuguesa, o grupo Glintt (que engloba a Glintt Next) está a viver, este ano, um desafio novo. As eleições que trouxeram um novo governo atrasaram a contratação pública, os valores do PRR atraíram mais ‘players’ e a litigância fez o resto. Resultado? Há concursos há um ano sem desfecho e impactos para quem está no terreno. Ao JE, o CEO da Glintt Global, Luís Cocco, explica o contexto.
A Saudi Telecom está a avaliar outras possibilidades para atingir o objetivo dos sauditas, que era criar uma aliança ibérica nas telecomunicações. Vodafone e NOS na mira dos árabes.
São cinco leilões de ações do Elevolution Group, detidas pelo BCP, fruto de execução e em que a executada é a Nacala Holdings, liderada por Gilberto Silveira Rodrigues. O valor dos cinco lotes que estão no e-leilões soma 1,36 milhões de euros em termos de valor base.
A escolha desse foro para avançar com o processo prender-se-á com duas razões: distanciamento da justiça portuguesa para obter imparcialidade e, ao mesmo tempo, rapidez no desfecho. A expectativa é que o processo esteja concluído, com decisão final, num prazo de um a dois anos.
Saudi Telecom estará, de momento, fora da corrida à compra da Altice Portugal, devido a divergências em relação ao preço a pagar, apurou o JE. Assessores da Altice estão a sondar fundos de ‘private equity’ para relançar venda.
Ação instaurada contra o Novobanco (vendedor do BESI ao Haitong Group) ascende, para já, aos 150 milhões. Se tiver mais danos, o Haitong abrirá novas ações de até mais 550 milhões de euros.
Antiga responsável da Metlife é a nova CEO da Verlingue Portugal, corretora de seguros especializada na área corporate do grupo francês Adelaide, revelou ao JE o presidente deste último, Benjamin Verlingue. Da anterior administração da Verlingue Portugal, que até ser comprada em 2021 pelo grupo Adelaide se chamava Luso-Atlântica, permanece apenas o chairman, José Félix Morgado.
Após luz verde do Banco de Portugal, venda do EuroBic deverá ficar fechada a 11 de julho. Acionistas do banco português aguardam comunicação do BCE para os próximos dias.
O Banco Montepio, vendeu o chamado “Projeto Zêzere” à LX Partners, sabe o Jornal Económico. Já o BPI vendeu o “Projeto Copper” por um valor bruto de 73 milhões e o comprador foi a LCM Partners.
Chama-se OpenWealth é uma empresa de gestão de fortunas destinada a detentores de elevado património líquido (mais de 50 milhões de euros) e family offices em Espanha e tem mais de 7,3 mil milhões de euros em ativos sob gestão.
A seguradora que comprou a GNB Vida em 2019 quer que os prejuízos fiscais de 121,6 milhões gerados na sucursal de Itália não sejam registados em Portugal e pôs uma ação no Tribunal Tributário de Lisboa desse montante.
O BBVA Portugal suporta a ação no facto de existirem decisões dos Tribunais Judiciais favoráveis aos bancos estrangeiros que atuam sob a forma de sucursal em Portugal, nomeadamente, sustentadas na violação do Direito Europeu.
Vão ser divulgadas no Portal das Finanças as avaliações aos mais de 500 benefícios fiscais. Nova unidade técnica (U-TAX) vai avaliar estas benesses. Redução do seu peso é uma das reformas previstas no PRR.
O processo de José Guilherme contra o Fundo de Resolução entrou no início deste ano com o objetivo de obrigar o fundo a autorizar a renegociação da dívida ao Novobanco.