A bolsa de Lisboa acompanhou as sensações negativas protagonizadas pelas mais importantes bolsas europeias, na sessão bolsista desta terça-feira. Em simultâneo, o dia ficou marcado pelas quedas acentuadas vividas pelo sector petrolífero.
O PSI derrapou 1,23%, até aos 6.427,78 pontos, com os títulos do BCP a sofrerem a maior desvalorização, na ordem de 2,64%, até aos 0,3027 euros. Seguiu-se a EDP Renováveis, ao resvalar 2,12%, para 16,38 euros, ao passo que a NOS tombou 1,70% e ficou-se pelos 3,23 euros. Uma queda semelhante, na ordem de 1,68%, foi protagonizada pela Navigator, que terminou em 3,634 euros por ação.
Por outro lado, os maiores ganhos foram dos CTT, com um avanço de 0,86%, que significa que as ações estavam a ser negociadas por 3,54 euros.
Entre as mais importantes praças da zona euro, a queda mais acentuada foi observada no índice espanhol, que tombou 0,79%. Deste modo, os índices ibéricos foram os que viram mais afetados pelo sinal ‘vermelho’ deixado pelos investidores. Em simultâneo, Itália perdeu 0,25% e França 0,11%, com o índice agregado Euro Stoxx 50 a ficar muito próximo, ao escorregar 0,10%. Os restantes índices tiveram descidas ainda mais ligeiras. É o caso do Reino Unido, na ordem de 0,03%, assim como da Alemanha, em 0,02%.
Nos combustíveis, o dia foi fortemente negativo, com quedas que superavam os 3% tanto no barril de Brent como no de crude, aquando do final da sessão de terça-feira, apesar do recente corte na produção dado a conhecer pela OPEP. Em causa estão perspetivas de redução na procura, que se juntam a notas de que os investidores acreditam que a tendência aponta precisamente para uma queda nos preços.