Está a sobrar petróleo um pouco por todo o mundo. A este ritmo, em que sobram 1,9 milhões de barris de crude no mercado por dia, em 2026 este número pode chegar aos quatro milhões de barris em excesso.
As principais cotadas de defesa estão em forte queda, o preço do barril recua quase 1%, ao passo que ouro e euro valorizam. Os mercados estão a reagir às negociações para um potencial acordo de paz entre Ucrânia e Rússia, com a presença de líderes europeus, juntamente com os Donald Trump e Volodymyr Zelensky.
O barril está ligeiramente mais caro, à medida que se aproxima a hora de os chefes de Estado dos EUA, Ucrânia e homónimos europeus se sentarem à mesa das negociações. Em foco vai estar a guerra entre Rússia e Ucrânia.
Os mercados registavam subidas acentuadas dos preços à hora de fecho das praças europeias, fruto do papel da economia iraniana no setor, já que o país tem sido alvo de intensos ataques de Israel, assim como tem também lançado os seus, em direção àquele Estado sionista.
As negociações estão em alta, na sequência do acordo de suspensão das tarifas comerciais entre as duas maiores economias do mundo. O acordo leva a crer que o consumo de petróleo deverá aumentar, pelo que os preços estão a avançar.
Os mercados estão a registar descidas nos preços praticados nas negociações durante a manhã desta segunda-feira. Na origem está o segundo aumento da produção anunciado pela organização em apenas dois meses, assim como inseguranças no que diz respeito à economia global.
A procura deverá atingir os 103,8 milhões de barris no próximo ano, o que significará um acréscimo face a 2024, de acordo com as contas da Agência Internacional de Energia.
O presidente eleito dos Estados Unidos prometeu um corte na fiscalidade aplicada às empresas do setor, pelo que é de esperar um acréscimo na oferta existente, contribuindo para uma redução dos preços.
O barril de brent está a negociar acima dos 75 dólares, um valor que representa uma subida superior a 2% em relação a sexta-feira. Negociação está a ser impulsionada depois da OPEP ter adiado aumento da produção.
O preço do petróleo chegou a cair mais de 5% depois do Irão ter confirmando que a sua indústria petrolífera estava a operar com absoluta normalidade após os ataques de Israel contra objetivos militares em todo o país
Cortes nas estimativas da procura global e uma redução dos receios relativos ao conflito no Médio Oriente conduziram a dois dias de quedas acentuadas nos futuros de Brent e crude.
A OPEP reviu em baixa a procura mundial de petróleo para este ano e para 2025 e Israel garante que a resposta ao Irão não irá envolver infraestruturas nucleares ou petrolíferas. Estes fatores estão a pesar na desvalorização no preço do barril de petróleo, garantem os analistas.
A China recuou na importação de petróleo em agosto e sendo o país que mais importa esta matéria-prima a nível mundial, isso representa um forte impacto no mercado. A tendência contraria a subida dos preços observada recentemente, em face do conflito no Médio Oriente.
A escalada da tensão Israel e o Irão, numa região que tem grandes reservas de petróleo, está a gerar receios entre os mercados. O preço está em máximos de agosto e a subir mais de 9% face à abertura da semana.
Preços do barril de petróleo não param de subir e continuam a escalada à medida que se intensifica a tensão entre o Irão e Israel. Ao JE, o Governo garantiu que Portugal tem reservas de gás e de combustíveis para três meses.
Na passada segunda-feira os preços do petróleo caíram, tendo depois recuperado. Segundo o analista Antonio Ernesto Di Giacomo, os mercados que mais pressionam este sector são da zona euro e da China.
Fed, furacão Francine e dados da China estão a colocar pressão altista sobre os preços do barril. Esta segunda-feira, o petróleo Brent (referência para a Europa) valorizou mais de 2%.