O leve aumento da procura vai encontrar resposta da cadeia de produção, de acordo com a Agência Internacional de Energia. Adicionalmente, um aumento naquela vertente poderia levar o mercado a fugir ao déficit para passar a registar um excedente.
As praças europeias registaram sentimento positivo a encerrar a semana passada. Ainda assim, o PSI não correspondeu e perdeu terreno, com o grupo EDP a dominar as perdas. A nova semana abre com a inflação da economia portuguesa em julho.
A Rússia terá descoberto as maiores reservas de petróleo do mundo na Antártida, zona protegida por um tratado internacional que impede a exploração desta e de outras matérias-primas. No entanto, peritos internacionais estão convictos que Moscovo não vai hesitar em explorar estas reservas que quase duplicam a capacidade da Venezuela que possui atualmente as maiores reservas a nível mundial.
Navios de investigação russos informaram Moscovo que existem reservas no total de 511 mil milhões de barris de petróleo - uma quantidade que quase duplica todas as reservas de petróleo da Arábia Saudita. No entanto, há barreiras que podem impedir a extração desta matéria prima.
Durante a madrugada, as negociações aproximaram-se dos 86 dólares. Entretanto já estão abaixo dos 83 dólares, tal como quando encerrou a sessão de quinta-feira.
Os descontos no petróleo russo fizeram aumentar o interesse que chega da China, enquanto que a possibilidade de recorrer a intermediários permite contornar as sanções aplicadas à Rússia.
Risco é que aconteça uma escalada do conflito no Mar Vermelho e que essa evolução possa torpedear as principais rotas pelas quais se movimenta o crude. Explicam os analistas da Citi que em 2024, o petróleo vai manter-se a preços moderados para terminar o ano a sofrer uma tormenta em 2025.
O mercado petrolífero teve um forte escorregão esta segunda-feira, com o barril de crude a tombar mais de 4% quando terminou a sessão de segunda-feira. A queda no preço deverá ajudar na desinflação, formando maior incentivo para que os bancos centrais façam baixar os juros.
A bolsa de Lisboa encerrou no 'vermelho', num dia fortemente marcados pelas mexidas que se fizeram sentir no mercado petrolífero. O barril de crude está a cair mais de 4%, prejudicando as cotadas da energia, mas transmitindo boas sensações noutros sectores.
Os barris de Brent e de crude estavam a desvalorizar fortemente após o fecho dos mercados na terça-feira. Em simultâneo, os principais mercados da zona euro registaram perdas.
O dia foi de sentimento negativo não apenas em Lisboa como nas principais praças europeias. Nas 'commodities', o barril de petróleo está a desvalorizar quase 4%.
A elétrica terminou a sessão bolsista a avançar 6,54%, com os títulos a serem negociados em 16,54 euros. Na origem esteve a surpresa causada pela subida de 83% nos lucros até setembro.
De acordo com alguns analistas, os operadores de mercado terão considerado que este avanço de Israel terá sido efetuado com mais cautela do que o esperado, pelo que não se esperam represálias por parte do Irão e dos seus aliados. Esta é a principal preocupação no que se refere ao abastecimento de crude.
O custo do barril de crude subiu na sessão desta quarta-feira, em reflexo do aumento da tensão entre Israel e o Irão. Os mercados europeus registaram quebras, mas Lisboa resistiu e registou leves ganhos.
A bolsa de Lisboa escapou ao sentimento negativo que se viveu na Europa e terminou a sessão a ganhar quase 1%. Os preços do petróleo estiveram em alta e resultaram na valorização das ações da petrolífera.
Os índices europeus recuperaram dos sinais que chegaram do sector empresarial nos Estados Unidos, dando conta de que as empresas estão a resistir ao cenário macro e o emprego aumentou.