Segundo cálculos realizados pela agência de notícias financeiras Bloomberg, o Banco Popular da China retirou 890 mil milhões de yuan (111,9 mil milhões de euros) ao longo do mês através de operações de curto prazo em mercado aberto, e outros 250 mil milhões de yuan (31,4 mil milhões de euros) por via de outros mecanismos, como acordos de recompra inversa ou facilidades de empréstimo a médio prazo.
A situação só se regularizará quando o mercado voltar a ser abastecido com as quantidades de petróleo que estão retidas em armazenagem ou no subsolo do Médio Oriente, aguardando oportunidade para serem transportadas para a Europa.
Uma Europa que depende do exterior para se aquecer, para se defender e para estabilizar a sua vizinhança torna-se mais vulnerável à pedagogia dos charlatães. E estes, como a história europeia recorda com demasiada frequência, raramente chegam ao poder prometendo destruir a ordem. Chegam prometendo salvá-la.
Os barris de Brent e de crude estavam a desvalorizar fortemente após o fecho dos mercados na terça-feira. Em simultâneo, os principais mercados da zona euro registaram perdas.
O índice PSI encerrou a semana a adiantar-se 0,40%, de forma a contrariar o pessimismo que dominou as mais importantes congéneres do continente europeu.
Dependendo do tempo que a guerra demorar - a de 2014 estendeu-se por 50 dias - o petróleo será mais ou menos afetado, como sucede em todas as crises no Médio Oreinte.