Xiaomi fecha 2025 com um crescimento de 43,8% no lucro

A empresa chinesa fechou 2025 com bons resultados, tendo crescido nas receitas e nos lucros, que chegaram aos 57,3 mil milhões de euros e 4,9 mil milhões de euros, respetivamente.

Xiaomi fecha 2025 com um crescimento de 43,8% no lucro
Xiaomi

A tecnológica chinesa Xiaomi fechou 2025 com uma receita de 57,3 mil milhões de euros, o que se traduz num crescimento de 25% face ao ano anterior. Já o lucro registou um aumento de 43,8% para 4,9 mil milhões de euros.

Com uma forte aposta na estratégia ‘Human xCar x Home’, a empresa registou um crescimento em todas as áreas, com os veículos elétricos inteligentes, IA e novas iniciativas a aumentarem 223,8%, chegando aos 13,3 mil milhões de euros. Este valor é o primeiro resultado operacional positivo no conjunto do ano.

O setor dos smartphones atingiu uma receita de 23,4 mil milhões de euros, com 165,2 milhões de unidades vendidas a nível global. A empresa continua no top 4 mundial em volume de vendas de smartphones, com uma quota de mercado de 13,3%.

Já a área de produtos IoT e lifestyle chegou ao valor recorde de 15,4 mil milhões de euros em receitas, um crescimento de 18,3% face ao ano anterior. O setor dos grandes eletrodomésticos inteligentes manteve um ritmo de crescimento acelerado, com um aumento de 23,1% das receitas.

O ano de 2025 marcou o primeiro ano completo do negócio de carros elétricos inteligentes, IA e novas iniciativas da empresa, que representou um avanço histórico ao registar um resultado operativo positivo pela primeira vez.

O negócio de veículos elétricos ainda não saiu da China, mas já se tornou bastante concorrido no país. Em fevereiro deste ano a série Xiaomi YU7 liderava as vendas de SUV de médio e grande porte na China. Já o modelo lançado em março deste ano, o Xiaomi SU7, registou mais de 15 mil encomendas nos primeiros 34 minutos.

As entregas nesta área de negócio continuaram a crescer em 2025, com 411.082 unidades. Para este ano, a empresa pretende chegar aos 550 mil veículos entregues.

Apesar de ainda não estar fora da China, a empresa pretende que esta área de negócio chegue a outros mercados em 2027.

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