União Europeia está oficiosamente dividida a meio

À margem da cimeira informal da Bélgica, Giorgia Meloni promete dar continuidade ao novo grupo que lidera com a Alemanha e a Bélgica. Entre as reservas de França, as críticas de Espanha e a ausência de Portugal, planeia-se a competitividade a duas velocidades.

União Europeia está oficiosamente dividida a meio
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A cimeira informal de Alden Biesen, na Bélgica, dá os primeiros passos para uma União Europeia a duas velocidades: a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, afirmou que o novo grupo liderado pelo seu país, pela Alemanha e pela Bélgica, continuará os trabalhos antes da próxima reunião do Conselho Europeu, prevista para março.
O trio de líderes comanda um grupo constituído por Áustria, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Finlândia, França, Grécia, Luxemburgo, Países Baixos, Polónia, República Checa, Roménia, Eslováquia, Suécia e Hungria. A presença da França – estranhamente afastada de um lugar de topo – dá-se porque Emmanuel Macron não quis ficar de fora do agregado, mas os analistas tomaram nota de que, previamente, os gauleses iriam ficar de fora.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o artigo completo. Edição do Jornal Económico de 13 de fevereiro.

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