UE regista aumento de 0,2% na produção industrial em junho

Os dados do Eurostat revelam que a União Europeia registou um aumento de 0,2% face a maio na produção industrial, enquanto na zona euro o indicar manteve-se estável em junho.

UE regista aumento de 0,2% na produção industrial em junho
Industrial

A produção industrial registou um aumento de 0,2% em junho, face a maio, na União Europeia (UE), enquanto na zona euro se manteve estável, segundo dados do Eurostat.

Comparando com maio, a produção industrial na zona euro registou uma descida de 0,8% em bens intermediários, um aumento de 1,5% na energia, uma queda de 1,4% em bens de capital, uma subida de 0,3% em bens de consumo duráveis e um crescimento de 3% em bens de consumo não duráveis.

Já na UE, a produção industrial apresentou uma queda de 0,7% nos bens intermediários, um aumento de 1% em energia, uma descida de 0,9% em bens de capital, uma subida de 0,9% em bens de consumo duráveis e um crescimento de 2,5% em bens de consumo não duráveis.

Entre os estados-membros os maiores aumentos foram registados na Dinamarca, de 5,4%, na Croácia, de 5,2% e na Lituânia e Finlândia, de 2,1%. Já as maiores descidas foram registadas no Luxemburgo, de 10,7%, em Portugal, de 3,9% e na Estónia, de 2,2%.

Numa comparação anual, a zona euro registou um aumento de 0,1% na produção industrial, enquanto na UE subiu 0,6%.

Os estados-membros que apresentaram as maiores subidas foram a Lituânia, de 7,7%, a Dinamarca, de 6,1% e a Polónia, de 4,9%. Já as maiores quedas foram registadas no Luxemburgo, de 7,9%, na Roménia, de 5,6% e na Estónia, de 4,6%.

Em Portugal o índice registou uma descida de 0,8% em junho face ao período homólogo.

Relacionado

Reservas de gás da União Europeia estão no nível mais baixo em 15 anos

Reservas de gás da União Europeia estão no nível mais baixo em 15 anos

Ruben Pires3 Set
De acordo com a publicação BiGo Finance o nível de reservas de gás que a União Europeia detém nesta altura deve-se a um erro de cálculo. O bloco europeu vinha adiando as compras de gás na expetativa de que o conflito no Médio Oriente, que se iniciou em fevereiro entre Estados Unidos, Israel, e Irão, tivesse um desfecho rápido, permitindo que o gás natural vindo do Qatar voltasse a passar pelo Estreito de Ormuz a um preço mais baixo. Contudo o cenário de momento não se concretizou.