Tekever quer levantar 500 milhões de euros

Caso seja bem-sucedida nesta ronda, a empresa liderada por Ricardo Mendes vai atingir uma avaliação de 5,5 mil milhões de euros. Segundo o apurado, a empresa está em negociações com os novos investidores para levantar capital.

Tekever quer levantar 500 milhões de euros
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A Takever, unicórnio português especializada no setor da defesa, está a tentar levantar 500 milhões de euros junto dos investidores, segundo avança a “Bloomberg”.

Caso seja bem-sucedida nesta ronda, a empresa liderada por Ricardo Mendes vai atingir uma avaliação de 5,5 mil milhões de euros. Segundo o apurado, a empresa está em negociações com os novos investidores para levantar capital.

Este levantamento tem como objetivo dar maior margem financeira à empresa para iniciar a sua expansão e fechar aquisições.

Nos últimos tempos a empresa tem expandindo a sua operação internacional, tendo anunciado, no ano passado, um plano de investimento de mais de 400 milhões de euros a cinco ano no Reino Unido.

A empresa também tem vindo a reforçar a sua operação em França, com a abertura de uma unidade em Cahors, e o anúncio de um investimento de 200 milhões de euros.

A Takever também tem apostado na Ucrânia e na Estónia, onde pretende abrir um hub e um escritório.

Empresa vai fornecer drones às forças armadas portuguesas

Em Portugal a empresa está associada ao consórcio que vai fornecer drones às forças armadas portuguesas.

Para além deste fornecimento, a empresa assinou, no mês de agosto, um contrato com a Força Aérea Portuguesa, que passará a dispor da capacidade autónoma do sistema AR5 para missões de vigilância.

Este sistema vai permitir que a Força Aérea Portuguesa reforce “a sua autonomia operacional em missões de longo alcance. As plataformas serão empregues em missões de vigilância marítima, segurança e defesa, monitorização da Zona Económica Exclusiva (ZEE) e apoio a missões de interesse público, incluindo o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR), a segurança costeira e a proteção ambiental”.

Já no final de junho, a empresa venceu o concurso público promovido pela Autoridade Marítima Nacional para fornecer um sistema de plataformas aéreas autónomas não tripuladas (drones) destinadas a reforçar a fiscalização e vigilância marítima.

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