A votação foi disputada até ao último momento e "liberdade" foi a palavra eleita por 22% dos milhares de votantes da Palavra do Ano 2024, numa alusão aos 50 anos da Revolução do 25 de Abril.
Com este calendário, que resultou de uma decisão do presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, por ausência de consenso, a discussão na especialidade decorrerá nos dias 22, 26, 27, 28 e 29 de novembro.
"Chegou-me agora a notícia, mas provavelmente já ultrapassamos há mais tempo", salientou pouco depois das 16 horas. "Batemos 2019", congratulou-se Marcelo Rebelo de Sousa, sublinhando a importância do voto em mobilidade para aquilo que considera ser uma melhoria "em termos de qualidade da democracia em Portugal".
PSD vai propor que a proposta do governo para reduzir os impostos baixe à Comissão e não seja votada esta quarta-feira. Ministro dos Assuntos Parlamentares manifestou disponibilidade para dialogar e “chegar ao maior consenso possível”.
Marco Lisi, professor de Ciência Política no Departamento de Estudos Políticos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, define o indeciso como um eleitor que, “normalmente, não se interessa muito pela política”.
A votação decorreu entre 30 de novembro e 31 de dezembro no site da Porto Editora, numa iniciativa em parceria com a Infopedia, que tem lugar há 15 anos. "Professor", "médico" e "inteligência artificial" ocupam os três primeiros lugares do pódio.
No primeiro dia de votações foram aprovadas 21 proposta e depois, mesmo antes do fim de semana, mais 42. O processo prolonga-se até quarta-feira, dia 29 de novembro, quando está agendado o encerramento e votação final global do Orçamento do Estado para 2024.
Continuam a olhar para os crimes sexuais como há tantos anos se olhava para a violência doméstica e a sustentar a rejeição desta mudança de paradigma na velha máxima da “vontade da vítima acima de tudo”…
Macron, à saída do G-20, anunciou uma visita a Pequim dizendo que é “muito bom” a China querer a Paz, marcando assim algum distanciamento face à posição apressada da UE.
O tema da taxonomia europeia, uma nova classificação amiga do ambiente, onde são identificadas quais atividades são ou não “verdes” ou sustentáveis, ganha nova importância na sequência da recente votação no Parlamento Europeu.
Face ao seu efeito multiplicador, o voto angolano acaba por consagrar-se como um dos mais fortes do mundo por agregar tanta representação. No entanto, esta modalidade angolana não cumpre com as recomendações dos estudos eleitorais.