Os números ficaram ligeiramente abaixo da última estimativa do Banco de Cabo Verde (BCV), que apontava para uma taxa média anual de inflação de 2,4%, em 2025.
A inflação anual caiu 2% em relação ao período homólogo. A taxa de inflação nacional subjacente, fixada em 5,4%, está abaixo da inflação da zona euro e da União Europeia.
A energia voltou a recuar, dando seguimento à queda já registada em março, e os bens alimentares desaceleraram significativamente. Ainda assim, a inflação em cadeia mantém-se positiva, o que significa que os preços continuam a subir.
A inflação de Espanha atingiu o seu máximo em julho de 2022, quando chegou aos 10,8%, a partir dos 10,2% do mês anterior. Desde então que se encontra em queda, atingindo o mínimo em março deste ano, quando chegou aos 3,3%.
A insegurança dos mercados, ligada à situação económica e à subida das taxas de juro por parte da Fed, está a resultar numa redução dos rendimentos do Tesouro norte-americano a dois e dez anos.
Apesar do abrandamento em março, a taxa de inflação britânica foi a mais elevada na Europa Ocidental, com o Reino Unido a ser o único país da região a registar uma evolução de dois dígitos no mês passado.
Na Europa, a situação é diferente da dos EUA, com consequências inesperadas: caiu o Credit Suisse, num país que fez da segurança do seu sistema bancário uma imagem de marca.
A educação financeira assume um lugar tão ou mais importante que a escolaridade quando se tenta explicar a variação de riqueza das famílias. Ou seja, a criação de riqueza não depende do grau académico de cada indivíduo, mas sim de uma boa gestão do património e finanças.
Num horizonte temporal de longo prazo, a questão fulcral para os mercados é saber se as pressões inflacionistas são temporárias, como a Fed acredita, ou se são permanentes, como muitos afirmam.