Entra também no STOXX 50 a Engie e sai a Wolters Kluwer. No STOXX 600 entra o Banco Nacional da Grécia e o Alpha Bank e saem a JD Sports Fashion, o Thule Group e a Fraport AG.
O Stoxx 600 acumula uma queda acumulada relevante em março de cerca de 11% no mês, com três semanas consecutivas de perdas. A pressão é transversal (todos os setores negativos). O EuroStoxx 50 regista uma queda de 11,73% nos últimos 30 dias. O índice que se concentra nas 50 maiores blue chips da zona euro cai hoje quase 2%
O índice acionista francês beneficia do relevante peso do setor do luxo, onde empresas como LVMH, L’Oréal e Hermès, fortemente expostas aos mercados internacionais, sobretudo EUA e Ásia, aproveitam a resiliência do consumo premium global.
A taxa de desemprego nos EUA caiu para 4,3%, menos uma décima face a dezembro, atingindo mínimos desde agosto. Apesar destes números positivos, foram criados menos 862 mil empregos nos 12 meses até março de 2025 do que anteriormente estimado.
EDP Renováveis terminou o dia a subir 3,45% (13,20 euros), seguida da EDP (+1,78%; 4,341 euros) e da Galp (+1,68%; 16,95 euros). Em destaque esteve, também, a NOS (+2,61%; 4,515 euros).
No mês de fevereiro, apenas três sociedades cotadas do PSI tiveram crescimento mensal das suas cotações, a Mota-Engil (6,6%), a Jerónimo Martins (4,9%) e a Greenvolt (0,4%).
A construtora aeronáutica e automóvel tem beneficiado do fim das restrições pandémicas, mas também da renovação de frotas que tem feito recentemente e com o aumento da procura por componentes de defesa, colocando a sua ação como uma das mais apetecíveis nos mercados este ano.