Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
Aquele que parece ser um ciclo de dinheiro mais barato tem o potencial de devolver liquidez ao mercado e fazer com que os ativos de risco se tornem mais apetecíveis aos olhos dos investidores com um perfil mais conservador. Os investidores em bitcoin e outras criptomoedas estão otimistas.
No geral, o mercado espera que haverá três cortes nas taxas diretoras de 25 pontos base este ano, com o primeiro a ocorrer na reunião de setembro do organismo regulador norte-americano.
Os investidores estão à espera de Jerome Powell e poucos se vão mexer até que ele fale, no âmbito do simpósio de banqueiros centrais de Jackson Hole, esta sexta-feira.
Os analistas consultados pelo JE apontam para um acréscimo da volatilidade, sobretudo dada a divulgação na próxima semana da inflação nos EUA, mas consideram que uma recessão não será o cenário mais provável para este ano, enquanto os mercados vão recuperando das perdas do início do mês.
Christopher Waller tem sido consistentemente dos membros mais hawkish da Reserva Federal, mas fala agora em descidas dos juros diretores próximas caso os dados continuem a pintar um cenário de recuo da inflação.
A forte possibilidade de os EUA avançarem com tarifas de 10%, as restrições impostas pela China em terras raras e outros minerais e o ressurgimento de vários focos de violência resultam em perdas de eficiência, menos PIB e mais inflação que, no limite, podem colocar em causa agendas como a transição verde.
Em março, as projeções económicas da autoridade monetária norte-americana apontavam para dois a três cortes da taxa diretora este ano, mas a Reserva Federal tem vindo a mudar a sua perspectiva, dado o caminho lento da inflação em direção à meta de 2% e a manutenção de um mercado laboral forte.
Super-falcão austríaco foi o único membro do Conselho do BCE a votar contra a descida das taxas de juro, socorrendo-se da revisão em alta da inflação. Robert Holzmann defende que BCE e Reserva Federal têm de estar em acordo.
Com uma descida de 25 pontos base praticamente assegurada na reunião desta quinta-feira, o mercado continua a projetar o que se seguirá na política monetária europeia, onde a inflação voltou a subir em maio e os salários continuam com uma dinâmica forte.
"Acho que a política monetária é restritiva e está a trazer um melhor equilíbrio à economia. Em algum momento, as taxas de juro nos EUA acabarão por precisar de descer", apontou John Williams, presidente distrital da Reserva Federal de Nova Iorque.
Os sinais vindos do mercado laboral e da atividade económica nos EUA, que permanecem fortes, levam o banco de investimento a projetar um arranque das descidas de juros para setembro, por oposição à anterior expectativa de julho.
Impacto dos concertos da cantora foi tão significativo no Estado da Pensilvânia que mereceu destaque nos relatórios da Fed. Receita obtida nestes três dias permitiu “uma reanimação cardiopulmonar da lenta recuperação do turismo na região”, explica a Reserva Federal.
O presidente da Fed vê uma probabilidade baixa de a próxima mexida ser nova subida, mas confessa estar menos confiante quanto ao timing de cortes dos juros. Já o abrandamento no ritmo de redução do balanço procura apenas garantir que o processo decorre suavemente, garante.
As taxas diretoras mantêm-se em máximos de 23 anos na maior economia do mundo face a um crescimento que continua forte a uma pressão nos preços que insiste em não dar tréguas, levando o mercado a rever em forte baixa as expectativas quanto à normalização da política monetária.
Importa não esquecer que, para além das questões económicas, temos um ano de eleições na Europa e nos EUA, e que os bancos centrais mantêm o poder de influenciar os resultados.
A Galp começa a semana com a apresentação do relatório & contas (auditado) relativo a 2023. A meio da semana, Portugal conhece os números da inflação em março.
A inflação tem-se revelado mais persistente do que se esperava na maior economia do mundo, que vai mantendo, ainda assim, uma vitalidade assinalável. O mercado focar-se-á no 'dot plot' das projeções para os juros dos membros do banco central com os investidores cada vez mais inclinados para cortes em junho.
A bolsa de Nova Iorque iniciou a primeira negociação da semana em terreno positivo, demarcando-se do registo negativo da generalidade das congéneres europeias.
A pressão nos preços tem vindo a recuar, mas permanecem riscos ligados ao mercado laboral e às cadeias logísticas, pelo que os bancos centrais devem mover-se com precaução, aconselha a OCDE.