reforma laboral

Líderes? Sem voz?

Num país normal, a reforma da lei laboral teria naturalmente levado estes líderes empresariais a aparecer para defender ou criticar a iniciativa do Governo – ou uma mistura das duas.
André Macedo3 Jul
Líderes? Sem voz?

O elefante ficou no meio da sala

Nem Reforma Laboral nem consenso político à direita e à esquerda, com a rejeição do pacote a afastar o Chega como parceiro preferencial do Governo. O mesmo aconteceu com a Prestação Social Única.
Lígia Simões26 Jun
O elefante ficou no meio da sala

Greve na função pública prolonga-se até sexta-feira

A greve geral desta quinta-feira, convocada pela CTGP e pela UGT contra o pacote laboral do Governo, vai paralisar o país, mas no dia seguinte, os constrangimentos vão continuar nos serviços do Estado. Efeitos serão sentidos sobretudo nas escolas e universidades. Repartições das Finanças, serviços municipais, recolha de resíduos também serão afetados. Enfermeiros também estarão em greve esta sexta-feira.
Melissa Lopes11 Dez
Greve na função pública prolonga-se até sexta-feira

Lei laboral: Raimundo acusa Governo de querer despedir “à americana”

Secretário-geral do PCP afirma que, "a mando do patronato", a coligação PSD/CDS quer mudar leis laborais que vão agravar a precariedade e desregular ainda mais os horários. E que quanto mais se conhece o conteúdo do pacote laboral "mais razões há para" fazer greve no dia 11. Luís Montenegro responde que há jovens que não querem um contrato permanente, Raimundo diz que Governo quer é despedir "à americana". Primeiro-ministro remata o bate boca afirmando que o discurso de Raimundo está "datado".
Melissa Lopes5 Dez
Lei laboral: Raimundo acusa Governo de querer despedir “à americana”

“Em mais de 100 medidas, dificilmente encontramos uma a favor dos trabalhadores”, diz Vieira da Silva

Vieira da Silva critica "precipitação" do Governo ao avançar com proposta de revisão laboral "de rompante" sem uma reflexão prévia e avisa que a conflitualidade nas relações laborais vai aumentar. Mexidas nos contratos a prazo são, para o antigo ministro do Trabalho, o ponto mais crítico do pacote de mais 100 alterações. "Não há nenhuma justificação que se compreenda para regressarmos a uma legislação que implica maior fragilidade e maior precariedade", defende.
Melissa Lopes24 Nov
“Em mais de 100 medidas, dificilmente encontramos uma a favor dos trabalhadores”, diz Vieira da Silva