Na “cidade-festival” a identidade cultural, a economia local e uma parte significativa da atividade profissional organizam-se em torno do teatro e das artes performativas ao longo de todo o ano, tendo o festival como principal motor.
Luísa Cunha foi uma das artistas mais singulares e inovadoras do contexto artístico português. Uma carreira a dar voz à escultura, distinguida com o Grande Prémio Fundação EDP Arte em 2021 e o Prémio AICA 2022. Morreu aos 77 anos.
A omnipresença da IA generativa e o seu uso cada vez mais frequente têm levantado dúvidas não só sobre a qualidade da informação como sobre os efeitos sobre a forma como pensamos.
A reta final de agosto traz o FUSO de volta a Lisboa. De 26 a 31 de agosto, o festival de videoarte tem como missão abordar temas escaldantes. Não porque queimam, mas porque nos devem preocupar.
Há qualquer coisa de cómico nos microciclos políticos. Já se sabe que os “mercados” tendem a apreciar a estabilidade, mas nada garante que a profusão de eleições não acabe por resultar num desligamento da população.
Cabe aos Economistas um papel insubstituível na libertação das ideias antigas. E, quanto mais não seja, na produção de bom senso que é coisa que escasseia nos tempos que correm.
Atingimos o primeiro quarto do século. Um número respeitável que leva, inevitavelmente, a reflexões sobre a nossa vulnerabilidade perante a acelerada passagem do tempo.
Todos temos de pagar impostos. É o custo a pagar por uma sociedade civilizada e solidária. No entanto, estes não deverão coartar o potencial de iniciativa de um país.
Até 31 de outubro, o desassossego-reflexão-grito-mudo do artista Carlos Bunga ocupa a Galeria Vera Cortês, em Lisboa. Um repto para parar, refletir, repensar caminhos.
Alguns intelectuais têm refletido sobre a tricontinentalidade lusa, mesmo sem aludirem a este aspeto. Como se reflete esta dispersão geográfica na construção de uma cultura comum? Qual o papel da diáspora portuguesa?
O melhor que podemos fazer é aprender com a nossa experiência individual e não ficarmos prisioneiros de escolhas que se revelaram erradas. A vida dá-nos sempre mais do que uma oportunidade.
Creio que a resposta, a existir, dependerá daquilo que cada um de nós quer para a sua vida e do significado, que é sempre relativo, que atribuímos à palavra felicidade.
Perguntei ao ChatGPT 4: “Podes escrever uma estrofe em estilo Fernando Pessoa sobre a mente, as rasteiras que ela nos prega e o futuro?” O resultado é aquele com que inicio este texto.
Que soluções estão em cima da mesa para salvaguardar o jornalismo de investigação, numa época em que as administrações alegam constrangimentos financeiros para sufocar cada vez mais as redações e desviá-las do serviço público?
A quantidade de informação em que mergulhamos diariamente e o seu crescimento ao longo dos anos é inversamente proporcional à dimensão da reflexão que as pessoas fazem sobre isso.
Portugal leva à 60ª edição da Bienal de Veneza, que inaugura a 20 de abril, um projeto artístico a seis mãos. Através de “Greenhouse”, Mónica de Miranda, Sónia Vaz Borges e Vânia Gala interpelam o nosso passado colonial nas suas múltiplas facetas.
Na obra de Frédéric Gros, encontramos uma insistência no inconformismo e no imperativo de cada pessoa pensar por si própria, em vez de seguir pelos caminhos traçados por outros.
LX Factory, em Lisboa, recebe versão presencial do Innovators Forum, a 8 de novembro. A nova iniciativa da Sonae tem como tema nesta edição o futuro da educação.
As férias servem para abrir espaço entre nós e as exigências do real. Nesse intervalo pensamos na vida, propiciam-se balanços suaves, que se fazem sentindo e não por cálculo.