Hoje, fazemos em milissegundos aquilo que fazíamos em segundos ou minutos há dez anos. À distância de um olhar, uma voz, com uma impressão digital ou encostando um cartão, desbloqueamos um telemóvel, ligamos as luzes da sala ou pagamos o restaurante.
Estaremos a entrar numa nova era em que, finalmente, estamos mais conscientes das experiências sociais online que pretendemos ter, sem nos tornarmos, nós próprios, numa experiência social?
Nos últimos anos, assistimos nas várias redes sociais a incentivos para a captação de investidores, para “investirem” em criptoactivos. Muitos eram esquemas em pirâmide. Agora, milhões de investidores sofrem perdas, mas nem entendem porquê.
Será que a web3 se vai difundir com a mesma pujança que a Web e a Web 2.0? Sem dúvida, até porque vai beneficiar dos efeitos das redes sociais já existentes.
A exclusão digital é cada vez mais diminuta, e o mundo mudou em rede social. O tema agora é o estar atento aos perigos da sociedade digital em que vivemos. Mas esta nova tendência transversal às gerações veio para ficar.
O Supremo Tribunal dos EUA anulou a proteção do direito ao aborto em vigor no país há 49 anos, um retrocesso demasiado grande no tempo. A resposta não pode ser local, tem de ser global.
Além destes três desafios que carecem de equilíbrio e conciliação, importa não perder de vista que o online e o físico devem ser complementares e não concorrentes.