O verdadeiro desafio das empresas já não é apenas competir, é compreender, antecipar e adaptar-se. O maior risco não é a concorrência. É ficar para trás.
Isabel Roseiro, diretora de marketing da Randstad Portugal, comentou que, apesar dos progressos na qualificação da população ativa, a elevada proporção de profissionais com baixa qualificação ainda limita a produtividade e a adaptação às exigências da economia digital.
Segundo o Governo, "o Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos nas Empresas, com uma dotação de 30 milhões de euros, permitirá desenvolver ações de formação, em regime presencial ou online, que visem qualificar/requalificar os trabalhadores de empresas, tendo em vista responder às exigências e desafios atuais dos mercados".
Estudo da McKinsey sobre o futuro do trabalho e a oportunidade de melhorar a produtividade, divulgado esta segunda-feira, revela que o Portugal poderá atingir um PIB de 3,8% em 2030 se aproveitar a disrupção tecnológica trazida pela automação e Inteligência Artificial.
Para Rogério Colaço é fundamental antecipar e planear problemas como o envelhecimento dos professores, a contratação de investigadores e docentes ou os meios financeiros para o fazer. O presidente da maior escola de engenharia do país defende também a construção de mecanismos de apoio efetivo à I&D empresarial, de forma a criar valor acrescentado nos serviços e bens e emprego qualificado e evitar a sobrequalificação.
O PRO_MOV iniciou-se em 2021, liderado pela Sonae, em colaboração com a Nestlé e a SAP, e em estreita cooperação com o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, com a participação do Instituto do Emprego e Formação Profissional. Atualmente, o PRO_MOV conta com mais de 70 empresas em Portugal e sete laboratórios em atividade.
Não há modelos únicos. Mas há espaço para desenvolver políticas de gestão sistematizadas, estáveis, resultando em princípios orientadores para um Estado responsável e útil.
Há que ousar transitar para patamares mais compatíveis com uma economia mais robusta e desenvolvida, o que, por sua vez, reforçará a solidez do Estado social.
Só quando estabilizarem os preços e se iniciar um percurso descendente é que se sentirá um clima de maior confiança, e então a economia poderá melhor “chegar de vez ao bolso dos portugueses”.
A visão do “sector exportador” não pode continuar reduzida a um binómio bens mais turismo, pois desvaloriza o papel fundamental da exportação de serviços como contributo para o aumento do valor acrescentado nacional e das exportações líquidas.
Colaboração vai permitir a criação de programas conjuntos de desenvolvimento e certificação de competências e a integração do programa Cisco Networking Academy® no plano de atividades do .PT.
É a primeira pós-graduação que permite formar profissionais na área dos testes de qualidade. Há 27 vagas, decorrendo as candidaturas até 15 de janeiro.
O futuro da indústria nacional passa, cada vez mais, pela qualificação dos seus profissionais e pelo seu reconhecimento internacional para que possam diferenciar-se num mercado que se vislumbra cada vez mais competitivo.
CCISP e MUDA – Centro pela Utilização Digital Ativa assinaram um acordo que vai permitir apoiar o esforço desenvolvido no âmbito da iniciativa “Eu Sou Digital”.
Programa é lançado esta segunda-feira, 17 de outubro, no Teatro Thalia. Ao JE, Manuel Garcia, coordenador nacional do UPskill, diz que cerca de 80% prosseguiu carreira profissional, sendo contratados por uma das empresas aderentes.
O problema está no facto das empresas portuguesas estarem a competir, cada vez mais, com multinacionais cada vez maiores, mas sem os mesmos recursos, e não saberem como conduzir num mundo de alta velocidade.