Não me parece que o cenário de eleições antecipadas tenha qualquer espécie de viabilidade, e a prioridade deve ser dada à estabilidade política por pelo menos mais um ano.
O deputado do PSD garante que toda a decisão está "envolta em grande nublosa e grande obscuridão", pedindo rápidas explicações e a publicação do despacho assinado por João Leão. Oposição reagiu esta tarde à notícia exclusiva do JE sobre o facto de a compra de ações dos CTT pela Parpública não ter tido parecer obrigatório da UTAM.
A mais recente sondagem da Aximage mostra que os socialistas cresceram (34,1%) e aumentaram a distância para o PSD de Luís Montenegro, que continua a perder terreno (24,8%).
"Aquilo que me parece é que o diploma irá ser aprovado tendo em conta as indicações que o tribunal constitucional", disse José Palmeira ao Jornal Económico.
No final de novembro o PSD liderava, por pouco, as sondagens. Pouco depois o PS recuperou, mas foi perdendo terreno ao longo do mês de dezembro, principalmente depois de Pedro Nuno Santos ter ganho eleições para secretário geral do partido.
2024 será atípico em termos políticos. Não só porque os portugueses terão de ir às urnas três vezes para votar, mas porque nas legislativas joga-se o futuro político dos líderes do PS e do PSD. E sobretudo faz-se um teste ao peso que o modelo tradicional de alternância no bloco central ainda terá, ou não, no país. Será bipolarizado ainda ou os extremos ganham força?
Em entrevista à SIC, Pedro Nuno Santos garante que o Estado vai manter a maioria do capital na TAP se vencer as eleições e sobre o tema dá alfinetada ao PSD: Veja-se o caso da ANA que foi privatizada e agora andamos a discutir o contrato de concessão".
Se o maior partido da oposição o mais que consegue dizer sobre o novo líder do PS é que ele é que é radical e impulsivo, isso demonstra o receio e o desnorte em que aquele está mergulhado.
"Eu acho que a pressão que existia para que a coligação se fizesse era muito grande. O caso mais recente foi Carlos Moedas no jantar de Natal do CDS", sublinha José Palmeira.
André Ventura reagiu com desconforto ao anúncio da coligação pré-eleitoral entre PSD e CDS-PP e avisou que esse entendimento não vai impedir o crescimento do Chega. Saiba o que está em causa nesta união a três meses das eleições legislativas antecipadas.
“Os presidentes do Partido Social Democrata e do CDS-Partido Popular acordaram hoje propor aos órgãos nacionais dos respetivos partidos a celebração de um acordo político para a formação da Aliança Democrática, uma coligação pré-eleitoral com o horizonte do atual ciclo político, abrangendo as eleições legislativas e europeias de 2024”, refere um comunicado conjunto dos dois partidos.
Na carta de suspensão de mandato, a que a Lusa teve hoje acesso, o vereador social-democrata esclarece que a sua vida profissional se alterou substancialmente e que tal “impossibilita, de todo, a continuação do exercício do cargo neste momento”.
"O Dr. Nuno Santos é tudo menos um cartão de visita. É um cadastro político", disse, ainda, o político do PSD, acrescentando que a experiência do agora líder do PS "é o maior caminho para que os portugueses não confiem nele para governar Portugal".
O presidente da Câmara de Lisboa defendeu que PSD e CDS devem fazer uma coligação pré-eleitoral para as legislativas antecipadas mas deixa a decisão nas mãos de Luís Montenegro. Quanto a entendimentos com a extrema direita, Moedas garante que nunca as fará.
“Doutor Luis Montenegro, o senhor pode juntar-se com quem quiser, com o CDS, com a Iniciativa Liberal, com o ADN, com os partidos todos que existirem à direita, no dia 10 de março o Chega vai ter mais votos que o PSD”, afirmou André Ventura, nas Caldas da Rainha, durante o encerramento do plenário da Juventude Chega.
O Chega quer redução da despesa. O PS e JPP pedem descida de impostos e das listas de espera na saúde para ponderar dar 'luz verde' ao Orçamento da Madeira.
Tenho a convicção de que, nesta fase, o que o povo reclama são soluções de estabilidade, moderação e, naturalmente, de modernização da economia e da sociedade portuguesa em geral.
Joaquim Sousa, antigo líder do PAN Madeira, diz que a escolha de Mónica Freitas para lhe suceder só seria possível com a demissão da Comissão Política Regional e eleições internas.
Tanto BE como IL têm "um perfil de partido que revela um padrão de crescimento ou de penetração na sociedade que não é muito diferente". No que diz respeito ao PAN, este "é um partido que apela mais e tem um nível de votação superior também em contextos sobretudo urbanos".
O advogado especialista em infraestruturas vai analisar, a pedido do PSD, se dá para mexer ou não nos termos da concessão aeroportuária que o contrato estabelece.