Como transformar as Câmaras Municipais, que são organizações grandes, pesadas e públicas, em agentes da mudança, em forças dinâmicas e orientadas para a solução?
A abstenção nas legislativas de 2026 ultrapassou os 53%, um sinal que não pode ser ignorado.. Mas Cabo Verde tem o que poucos países africanos têm: estabilidade democrática, credibilidade externa, capital humano na diáspora e uma posição geográfica invejável no Atlântico.
É verdade que a UE reconhece oficialmente a relevância das PME para a economia europeia e, ao longo das últimas décadas, criou políticas específicas de apoio ao empreendedorismo, à inovação e ao financiamento das PME. Ainda assim, é possível ir mais longe
e ser mais efetivo.
Nos grandes centros, apesar da forte atratividade de população migrante, que mitiga a evolução do envelhecimento, segundo as mesmas estimativas para 2024, os idosos representavam, nas cidades de Lisboa e Porto, respetivamente, 23% e 25,8%.
Portugal não precisa de escolher entre startups e indústria. Precisa de construir uma economia onde as startups alimentem a renovação industrial e onde as grandes empresas tenham ambição suficiente para transformar inovação em capacidade global.
Esta súbita necessidade de afirmação política de Luís Montenegro denuncia uma penosa fragilidade: tanto lhe disseram que não é um reformista – as palavras de Cavaco Silva devem ter doído muito – que o primeiro-ministro tratou de encontrar forma de corrigir essa perceção com uma só bala e de uma só vez.
Competição tem como objetivo "promover a reflexão" sobre políticas públicas e desafiar os jovens a "contrariar cenários que perpetuam visões preconcebidas" e "explorar, de forma justa e crítica, pontos de vista opostos". Inscrições estão abertas até 25 de outubro.
As campanhas de desinformação, muitas vezes financiadas por interesses económicos e políticos que lucram com o atraso climático, superam em velocidade e alcance os recursos dedicados a políticas públicas de literacia e comunicação climática.
É tempo de fazer escolhas. Ou continuamos a gerir gerações como custos sociais, ou ousamos tratá-las como o que realmente são: ativos humanos essenciais à construção de um país mais justo.
A escolha é clara: ou continuamos a desperdiçar o potencial das migrações, perpetuando um ciclo de desigualdade e exclusão, ou abraçamos uma abordagem coerente e integrada.
Urge redesenhar novas linhas de ação e convergir em políticas públicas que verdadeiramente retirem as pessoas do modo de sobrevivência, mas sem nunca abdicar dos princípios e valores.
"Precisamos de ser muitos mais consequentes no futuro para ir ao encontro dessas expetativas", alertou o mesmo responsável, que foi convidado pelo Jornal Económico (JE) a traçar o estado da circularidade na conferência "O Futuro é Circular".
A crise habitacional não se resolve apenas com incentivos à construção ou programas de arrendamento acessível. Enquanto o Estado não conseguir garantir que o mercado opera dentro das regras, estará sempre a ‘tapar o sol com a peneira’.
Organizado pelo Instituto de Políticas Públicas da Nova SBE, Policy Fest realiza-se esta quinta-feira, 10 de abril: um dia inteiro de podcasts, conferências e debates informais, sobre as questões políticas mais relevantes do momento.
A campanha eleitoral para as legislativas deverá centrar-se, seriamente, na questão da habitação, que não é só um problema dos pobres, mas, sim, da sociedade portuguesa enquanto comunidade política.