Mais cauteloso nas palavras escolhidas que o Para Francisco, Leão XIV dá indicações de que o conflito no Médio Oriente continua no topo da agenda do Vaticano.
Dados enviados à agência Lusa pelo Metropolitano de Lisboa indicam que, entre terça-feira e quinta-feira, 1.829.000 passageiros circularam no metro, sendo uma “percentagem significativa” de participantes da JMJ.
Oitocentas mil pessoas estão hoje no Parque Eduardo VII, em Lisboa, onde decorre a Via-Sacra no âmbito da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), presidida pelo Papa Francisco, anunciou a sala de imprensa da Santa Sé.
O Papa Francisco chegou hoje às 17:20 à zona do Marquês de Pombal, onde uma multidão o recebeu com entusiasmo, antes de se dirigir ao palco instalado no cimo do Parque Eduardo VII para participar na Via-Sacra.
A visita do Papa Francisco a Fátima na manhã de sábado acontece pouco mais de seis anos após a primeira deslocação que fez à Cova da Iria, para canonizar Jacinta e Francisco Marto.
As pessoas não inscritas que queiram participar no sábado e domingo nas cerimónias da Jornada Mundial da Juventude com o Papa terão de aceder ao Parque Tejo pela porta situada no lado de Loures, indicou hoje a PSP.
O Papa Francisco pediu hoje a responsáveis de instituições sócio-caritativas da Igreja que se questionem se têm nojo da pobreza, desafiando-os a sujar as mãos.
"Posso confirmar que [a Argentina] está no programa. Veremos se vai realizar-se, depois do ano eleitoral (2024). Terminadas as eleições é possível", disse Jorge Bergoglio, sem precisar datas concretas, numa entrevista à revista espanhola Vida Nueva publicada hoje.
Talvez muitas críticas não tenham como origem uma preocupação genuína com os 35 milhões de euros, mas a aversão ao evento, à Igreja Católica e, em sentido mais lato, à religião. Se é muito o dinheiro gasto, ainda não sabemos.
A história da Igreja sempre foi de unidade na diversidade. Mas o que importa, no fim do dia, é que as pessoas, tendo fé ou não, acreditando em Jesus ou Maomé, Buda ou Krishna, se possam tornar melhores, mais compassivas para com o próximo e portadoras de luz e esperança.
Não posso estar mais de acordo com as palavras do Papa Francisco: “a paz não pode jamais reduzir-se ao mero equilíbrio das forças e do medo”. O mesmo é dizer que os políticos não podem alimentar o discurso do medo.
“São as ilusões do virtual e devemos estar atentos para não nos deixarmos enganar, porque muitas realidades que nos atraem e prometem felicidade depois mostram-se pelo que são, coisas vãs, coisas supérfluas, coisas que não servem e que nos deixam vazios por dentro”, disse o Papa Francisco, no Parque Eduardo VII.
O controlo documental nas fronteiras aéreas, marítimas e terrestres no âmbito da JMJ entrou em vigor em 22 de julho e está a ser feito de forma seletiva e direcionado com base em informações e análise de risco.
No seu discurso perante centenas de milhares de jovens que preenchem o recinto e a Avenida da Liberdade, o cardeal-patriarca salientou que “não faltam obstáculos, mas também não falta a disposição de os remover e ultrapassar, com o entusiasmo e o compromisso de quem quer construir um futuro à altura das aspirações humanas e dos desejos de Deus”.
"Entre as pessoas que recebe na Nunciatura, grupos de pessoas, vitimas de abusos sexuais, refugiados, migrantes, especificamente um grupo de ucranianos. O Papa tem tido tempo para tudo", disse Marcelo Rebelo de Sousa.
Segundo a sala de imprensa da Santa Sé, “o encontro decorreu num clima de intensa escuta e durou mais de uma hora, concluindo-se pouco depois das 20:15”.
“O Papa vai fazer um último traço no mural”, intitulado "A vida entre os mundos", disse à Lusa Francisco Martin, diretor em Portugal da Scholas Occurrentes, organização criada em 2001 pelo então arcebispo de Buenos Aires e que o Papa Francisco visita na quinta-feira de manhã.
De salientar que a Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais Contra as Crianças na Igreja Católica Portuguesa validou 512 dos 564 testemunhos recebidos, apontando, por extrapolação, para um número mínimo de vítimas da ordem das 4.815.
O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Centro quer que o líder da igreja católica, que chegou hoje a Portugal no âmbito da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), possa “referir” publicamente as situações de incumprimento de direitos laborais na área da diocese e no distrito de Leiria.