Ministério das Finanças

Miranda Sarmento destaca procura recorde na emissão de dívida pública portuguesa que atinge 56 mil milhões

A Agência de Gestão de Tesouraria e Dívida Pública (IGCP) colocou no mercado 3 mil milhões de euros em Obrigações do Tesouro a 20 anos. No entanto, o interesse dos investidores superou todas as expectativas, fixando-se num valor recorde superior a 56 mil milhões de euros — uma procura que superou a oferta em mais de 18 vezes. Ministro de Estado e das Finanças diz que este desempenho reflete “o interesse e confiança dos investidores na economia e no trabalho que está a ser levado a cabo pelo país quanto à consolidação orçamental”.
Maria Teixeira Alves28 Mai
Miranda Sarmento destaca procura recorde na emissão de dívida pública portuguesa que atinge 56 mil milhões

IGCP recompra 900 milhões de euros de dívida pública

"Esta operação soma-se ao leilão de recompra de Obrigações do Tesouro no passado dia 17 de dezembro, num valor superior a mil milhões de euros, e à amortização antecipada de dívida ao Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira (MEEF), no passado dia 22 de dezembro, no montante de 2,5 mil milhões de euros", salienta o Ministério, dirigido por Joaquim Miranda Sarmento.
Ruben Pires30 Dez
IGCP recompra 900 milhões de euros de dívida pública

Fisco já devolveu mais de 200 milhões no IRS. Reembolso médio está nos 667 euros

Já foram pagos mais de 200 milhões de euros de reembolsos de IRS a 300 mil famílias, indica ao JE o Ministério das Finanças. O valor médio dos reembolsos pagos é 664 euros. E foram emitidas notas de cobrança de 35 milhões de euros a 82 mil contribuintes que terão de pagar um valor médio de 427 euros. Até esta terça-feira, foram entregues 1,8 milhões de declarações de IRS.
Lígia Simões16 Abr
Fisco já devolveu mais de 200 milhões no IRS. Reembolso médio está nos 667 euros

IGF aponta insuficiências a entidades das Finanças na prevenção da corrupção

De acordo com uma nota divulgada pela IGF, a dar conta da síntese de resultados de uma auditoria a 12 entidades, todas “possuem um plano de prevenção de riscos de corrupção e infrações conexas (PPR)” embora uma entidade “não identifique riscos transversais, funcionais e/ou riscos relativos às suas atividades” e outra "não enuncia, nem classifica, os riscos associados ao exercício de funções de administração/direção superior”. Além disso, “duas não indicam a execução das medidas classificadas de risco elevado”, referiu.
IGF aponta insuficiências a entidades das Finanças na prevenção da corrupção