Será difícil ao parlamento angolano aceitar o pedido de suspensão dos mandatos dos sete deputados, por haver uma quebra de confiança entre o eleitor e os seus representantes.
Apesar de europeias, as eleições para o Parlamento Europeu funcionam em “modo nacional”, como barómetro da política interna mais do que um exercício de democracia europeia.
O "Público" avança esta terça-feira que na base do problema está uma guerra entre as faculdades de Direito de Lisboa e Coimbra, com a última a reivindicar ter mais juízes de forma a compensar a pouca representação que têm nas principais instituições nacionais.
Numa altura em que estamos numa corrida de fundo pela sobrevivência do nosso modo de vida livre e democrático, é impossível imaginar o futuro da Europa continental dissociado do Reino Unido.