A 13.ª participação da AEP na icónica feira confirma compromisso de mais de três décadas com um dos principais mercados de exportação para as empresas nacionais.
Comissão garante que não irá abdicar dos princípios de sustentabilidade, mas as alterações propostas arriscam minar liderança europeia nas agendas ESG, alertam empresários.
Ao JE, o presidente da associação, Luís Miguel Ribeiro, relembra o contributo dado por projetos como o 'Business On the Way', que tem ajudado os empresários nacionais a ganharem quota em mercados emergentes e não tradicionais.
A intenção da Associação Empresarial de Portugal (AEP) é levar as empresas portuguesas a procurar diversificar mercados, de forma a mitigar riscos vindos dos Estados Unidos.
Participam na Gulfood Manufacturing e na Gulfhost, feiras que são consideradas as mais relevantes da região do Oriente Médio, focando-se nos setores de processamento alimentar, packaging, logística, automação, controlo, supply chain, e na fileira de equipamentos para hotelaria e restauração.
"É certo que o Orçamento do Estado é um instrumento de curto prazo, contudo deve pressupor medidas que perspetivem um horizonte de médio e longo prazos", critica Luís Miguel Ribeiro, presidente da AEP, lamentando a falta de ambição e previsibilidade em matérias como o IRC.
O presidente da Associação Empresarial de Portugal entende que a proposta do Governo tem a "direção certa", mas lembra que apontar "caminhos" não é suficiente.
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Para além da novela – um termos recorrentemente usado no recato do momento anterior às repostas oficias – entre PSD e PS, as associações patronais querem a viabilização do Orçamento. Que, melhor ou pior, estabeleça estabilidade nas contas públicas e previsibilidade na gestão privada.
Luís Miguel Ribeiro, presidente da AEP - Associação Empresarial de Portugal deixa um repto: "As Indústrias Culturais e Criativas devem ser vistas como um setor económico primordial na inovação, criação de emprego e internacionalização".
Localização estratégica e extraordinárias infraestruturas portuárias fazem de Singapura um dos pontos mais importantes de distribuição a nível mundial, diz a associação.
As pequenas e médias empresas portuguesas têm mostrado uma maior sensibilização para os temas da sustentabilidade e da governança corporativa, mas não estão preparadas para as exigências do mercado que serão impostas a curto e médio prazo, com consequências no acesso e no financiamento, por exemplo. O presidente da AEPdefende a necessidade de formação, em que as associações empresariais têm um papel determinante a desempenhar.
"Desde 2007 que a AEP trabalha este mercado, uma aposta crucial para dar a conhecer os hábitos, a cultura e os produtos portugueses", destaca Luís Miguel Ribeiro, presidente do Conselho de Administração da AEP.
As queixas dos empresários têm anos e não abrandam. Em declarações ao Diário de Notícias esta quinta-feira, Luís Miguel Ribeiro, presidente da AEP, critica o "desperdício" de recursos por falta de formação.
O projeto em vista não é particularmente ambicioso, mas precisa de ser colocado no foco dos ministérios ligados à economia e às empresas: em 2030, 60% do PIB deve ter origem nas exportações.
O caráter periférico das regiões próximas do Atlântico fez criar a entidade que tem em mãos gerir a forma de acabar com ela: o desenvolvimento harmonioso do centro e da periferia é o seu objetivo.
Primeira deslocação foi em 2004 e, desde então a Associação Empresarial de Portugal já envolveu largas dezenas de empresas nacionais de diversas áreas.
"Aquilo de que o país menos precisava neste momento era desta instabilidade a acrescer a todas as outras que vivemos. Um dos maiores inimigos do investimento e da atividade económica é a instabilidade, é a incerteza", sublinhou Luís Miguel Ribeiro em entrevista à Antena1 e ao Jornal de Negócios.
"A AEP já se pronunciou sobre este OE e sobre esta proposta. Devemos olhar para o OE não como um exercício de receita-despesa, mas como algo que passa uma mensagem para o país. É algo que define as prioridades para o país. E há uma coisa que para nós é clara: as empresas não estão nessa prioridade", afirmou o presidente da Associação Empresarial de Portugal.