A 13.ª participação da AEP na icónica feira confirma compromisso de mais de três décadas com um dos principais mercados de exportação para as empresas nacionais.
Missão inversa Portugal Premium Wines reúne no Porto importadores de mercados estratégicos e 20 produtores nacionais para acelerar negócios internacionais.
O presidente do Conselho de Administração da AEP admite que o impacto da guerra no setor energético e por osmose na indústria transformadora é grave. O acordo Irão-EUA e a abertura do Estreito de Ormuz é essencial – resta saber se é suficiente.
Apesar de haver uma maior consciencialização das organizações para a importância da formação, o desafio está em transformá-la em planeamento. Movimentos que provocam disrupção obrigam a aprendizagem.
A decisão do Supremo Tribunal é aplaudida por Luís Miguel Ribeiro, presidente da AEP, mas “só é uma boa notícia se se concretizar”. Como era de esperar, presidente dos EUA está a fazer tudo para que essa concretização não aconteça. Para já, há uma nova tarifa de 10% para todos.
AEP lançou há dois anos um desafio para que as vendas ao exterior atinjam 60% do PIB em 2030. Mas as perspetivas para 2026, num contexto difícil, deixam o país “mais longe”.
A AEP está satisfeita com a descida do IRC, mas gostava que o Governo tivesse sido mais ambicioso. E está expectante sobre outras medidas para mitigar impactos externos.
A principal intenção do plano é fortalecer as micro e PME da região Norte. Com um orçamento global de mais de 924 mil euros, irá abranger 500 MPME da região.
A vida das empresas quando chega à Justiça é o ‘calvário’ que todos conhecem. A Associação Empresarial de Portugal quer o empenhamento do Governo numa solução – e detetou no Orçamento para 2026 uma via nesse sentido.
Reforçar a presença portuguesa nos Balcãs - zona geográfica que faz parte dos 'short list' para entrar na União Europeia- é a principal intenção dos promotores.
"A AEP está totalmente empenhada em continuar a estimular o esforço de intensificação do processo de internacionalização da nossa economia com todos os mercados da nossa diáspora e com Angola, em particular", reforça o presidente do conselho de administração da AEP, Luís Miguel Ribeiro, ao JE, depois de encerrada a participação da associação na Feira Internacional de Angola.
A missão envolve cinco empresas de diferentes setores da economia. Na mente dos empresários está o objetivo de estabelecer contacto com negócios locais e, eventualmente, estabelecer parcerias.
Não é pedir muito nem é preciso inventar: através do Ministério da Economia e da Coesão e do novo Ministério da Reforma do Estado, o presidente da associação exige uma espécie de revolução tranquila.
Com o setor da Saúde a dar mostras de empenho na internacionalização, o mercado da América Latina, que se concentrou em São Paulo, Brasil, demonstra grande apetência para o financiamento e uma forte procura de soluções.
Esta é a oitava vez que a AEP organiza a participação neste evento de São Paulo, que é considerado um ponto de referência para a grande distribuição no Brasil e no continente americano.
Luís Miguel Ribeiro considera a nova política anti-DEI "mais um constrangimento às empresas nacionais" aos seus negócios nos EUA. Governos de França e da Bélgica já rejeitaram a 'sugestão' das embaixadas. A UGT decidiu responder para a embaixada em Lisboa.
As alterações para simplificar a carga burocrática das empresas são bem-vindas, reconhece o presidente da AEP, mas com alcances distintos entre si, arriscando minar a liderança pretendida nos critérios ESG.